domingo, 17 de março de 2013

Domingo com o Padre Otair!!!!!!


1.       Qual o lugar que você ocupa dentro de um grupo?

a.       Segunda parte

 

2.       Diante do exposto na primeira parte do artigo, lembrei-me de uma corrente de pensamento da psicologia intitulada Análise Transacional (AT). Essa vertente da psicologia foi elaborada por Eric Berne e tem se mostrado uma ferramenta salutar para aqueles que a utilizam ou são acompanhados por ela. Nessa abordagem da ciência psicológica há um capítulo de pesquisa sobre a Posição Existencial (PE).

3.       ”Posição Existencial é a forma como percebemos a nós mesmos e as outras pessoas. São juízos de valor ou conceitos de si mesmo e dos demais adquiridos na infância, através de tomadas de decisões, muitas vezes imaturas e irreais, uma vez que são baseadas nas condições precárias de criança para raciocinar e pensar objetivamente diante da realidade.”

4.       Se considerarmos essa linha de raciocínio, verificaremos que nossa maneira de agir dentro de um grupo, nos remete a comportamentos que desenvolvemos com nossos pais na tenra infância. Esse tipo de relacionamento construído junto com as figuras parentais (pais ou cuidadores) tende, portanto a ser um modo de operar frente a outras situações de inserção social do indivíduo adulto.

5.       Tendo consciência desta influencia comportamental, o sujeito poderá verificar o que tais atitudes ocasionam na sua atuação social, e a partir desta constatação tomar uma nova decisão de vida.

6.       A reorientação do modo de ver e se posicionar diante das relações, é sempre uma oportunidade de crescimento. Reconhecer que a mudança é necessária e as razões que motivam essa mudança será sempre um combustível para o enfrentamento a ser realizado. Não há impossibilidade para mudanças, o que por vezes ocorre é um sentimento de impotência e medo frente à necessidade de mudança.

7.       A insegurança, característica forte entre os adictos parece incidir sobre os mesmo e inibi-los de progredir. No entanto, é o exercício de enfrentamento e a atitude de vigilância no propósito da sobriedade que permitirá o adicto em tratamento a ocupar outro lugar nas relações interpessoais.

8.       Tendo consciência e disposição para a mudança de comportamento e posse de suas habilidades será impossível um caminho novo não ser construído...
 
 
 
Padre Otair Cardoso.

REFLEXÃO DIÁRIA - 17 DE MARÇO

REFLEXÃO DIÁRIA - 17 DE MARÇO


MANEIRAS MISTERIOSAS

... nas épocas de sofrimento e dor, quando a mão de Deus parecia ser pesada e até injusta, novas lições sobre a vida foram aprendidas, novas fontes de coragem foram descobertas e finalmente, de forma iniludível, chegou a convicção de que Deus, efetivamente, "age de maneira misteriosa na realização de Suas maravilhas".
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 93


Após perder minha carreira, família e saúde, não tinha ainda me convencido de que minha maneira de viver precisava ser vista de uma nova forma. A bebida e o uso de outras drogas estavam me matando, mas eu nunca tinha encontrado uma pessoa em recuperação ou um membro de A.A.
Pensava que meu destino era morrer sozinho e que eu merecia isto. No auge do meu desespero, meu filho menor adoeceu gravemente com uma rara enfermidade. Os esforços dos médicos para ajudá-lo provaram ser inúteis.
Redobrei meus esforços para bloquear meus sentimentos, porém agora o álcool havia deixado de surtir efeito. Estava só olhando fixamente os de Deus, suplicando Sua ajuda. Em alguns dias, devido a uma estranha série de coincidências tive meu primeiro contato com A.A. e desde então tenho permanecido sóbrio. Meu filho sobreviveu e sua doença está em regressão. O episódio inteiro me convenceu da minha impotência e da perda de controle da vida. Hoje meu filho e eu agradecemos a Deus por Sua intervenção.


Força, fé  esperança,
Clayton Bernardes

Frases para seu domingo!!!!!

Só é digno da vida aquele que vai, todos os dias, à luta por ela." (Johan Wolfgang Von Goethe)

... "Usar o poder da decisão lhe dá a capacidade de superar qualquer justificativa para mudar toda e qualquer parte de nossa vida num instante." (Anthony Robbins)
... "O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real." (Abraham Lincoln)
... "Dado que o homem é o único animal que bebe sem sede, convém que o faça com discernimento." (L. Farnoux-Reynaud)
... "Aquele que nos combate, fortalece nossos nervos e aguça nossas habilidades. Nosso oponente é nosso colaborador." (Edmund Burke)

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Crack, um problema social

Crack, um problema social 

Jornal da Manhã
As drogas não são um problema que atinge apenas o vizinho. E nem um assunto que se resolve com o combate ao tráfico.

É preciso superar estes dois mitos para que o problema seja encarado em todas as suas dimensões: do indivíduo às políticas públicas.

O crack figura hoje como uma das mais destrutivas drogas que estão à disposição das pessoas. De acesso fácil, custo baixo e efeito avassalador, tem levado muitos cidadãos, principalmente jovens, ao caminho da dependência. Além disso, tem sido responsável pelo aumento da violência e da criminalidade, conforme avaliam as autoridades policiais.

Porém, muito mais do que um caso de polícia, é inquestionável que as drogas são hoje um assunto de saúde pública. Assim, tão necessário quanto discutir formas de combater o uso de drogas é proporcionar estrutura e assistência aos dependentes químicos em todo país. Afinal, já se sabe que o tratamento criminalizador aos usuários se mostrou ineficiente para avançar na transformação desta realidade.

O programa lançado na semana passado pela presidenta Dilma, com investimento de 4 bilhões de reais, promete criar condições para o enfrentamento do crack. Por meio de ações integradas, entende-se a importância de oferecer tratamento de saúde aos usuários de drogas, combater o tráfico e, ao mesmo tempo, desenvolver ações de prevenção.

Ainda é prematuro avaliar se o programa conseguirá se efetivar com resultados concretos, mas não há dúvida de que se trata de um avanço em relação ao tema, uma vez que articula iniciativas simultâneas para coibir e tratar a dependência de drogas. Ou seja, é o momento do poder público enfrentar o problema em toda a sua complexidade, não reduzindo as drogas a assunto de segurança pública.

Aliás, sabe-se que há muito a avançar para que o sistema público de saúde ofereça condições adequadas ao tratamento de usuários de drogas, dadas as suas limitações e deficiências. Contudo, o programa de combate ao crack do governo federal vislumbra impactos na desarticulação do tráfico e, principalmente, no reconhecimento do compromisso do Estado em promover uma política pública de assistência aos dependentes. Trata-se de um olhar que entende que a repressão só faz sentido quando acompanhada de proteção e educação.

Coluna Conselho da Comunidade
Autor: Karina Janz Woitowic
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Meditação do Dia Domingo, 17 de Março de 2013

Meditação do Dia

Domingo, 17 de Março de 2013


A verdadeira coragem
"Aqueles que atravessam esses períodos com sucesso demonstram uma coragem que não é deles." Texto Básico, pp. 96-97

Antes de chegarmos a NA, muitos de nós pensavam que eram corajosos simplesmente porque nunca tinham sentido medo. Tínhamos drogado todos os nossos sentimentos, incluindo o medo, até que nos convencemos de que éramos uns duros, pessoas corajosas que não quebrariam perante qualquer circunstância. Mas encontrar a nossa coragem nas drogas não tem nada a ver com a forma como vivemos as nossas vidas hoje em dia. Limpos e em recuperação, estamos sujeitos a, por vezes, sentir medo. Quando percebemos pela primeira vez que nos sentimos assustados, talvez pensemos que somos cobardes. Temos medo de pegar no telefone porque a pessoa que está do outro lado pode não nos compreender. Temos medo de pedir a alguém que seja nosso padrinho ou madrinha porque ele pode dizer que não quer. Temos medo de procurar emprego. Temos medo de ser honestos com os nossos amigos. Mas todos estes medos são naturais, saudáveis até. O que não é saudável é permitir que o medo nos paralise. Quando permitimos que o nosso medo nos faça parar de crescer, estamos a ser derrotados. A verdadeira coragem não é a ausência de medo, mas sim a boa-vontade para ultrapassá-lo.

Só por hoje: Vou ser corajoso. Quando sentir medo, vou fazer o que for preciso para crescer em recuperação.
 
 
 
Força,fé e esperança,
Clayton Bernardes
 

sábado, 16 de março de 2013

REFLEXÃO DIÁRIA - 16 DE MARÇO

 REFLEXÃO DIÁRIA - 16 DE MARÇO


COMO NÓS O ENTENDEMOS

Meu amigo, então, sugeriu o que me pareceu uma idéia original ... "Por que não escolhes teu próprio conceito de Deus?" Esta pergunta atingiu-me fortemente.
Derreteu a montanha de gelo intelectual, à sombra da qual eu havia vivido durante muitos anos. Enfim, ergueria o rosto para o sol! Era só me dispor a crer em um Poder Superior a mim. Para começar, aquilo bastava.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 35


Lembro-me das vezes que olhava para o céu e refletia sobre o quem começou tudo isso, e como. Quando cheguei em A.A., um entendimento da dimensão espiritual tornou-se um auxiliar necessário para uma sobriedade estável. Após ler uma variedade de teorias, incluindo a científica, sobre uma grande explosão, optei para a simplicidade e supondo que o Deus do meu entendimento foi o Grande Poder que tornou a explosão possível. Com a vastidão do universo sob Seu comando, Ele seria, sem dúvida, capaz de guiar meu pensamento e ações se eu estivesse preparado para aceitar a Sua orientação. Mas não posso esperar ajuda, se virar as costas a esta ajuda e continuar à minha própria maneira.
Tornei-me disposto a acreditar e já tenho 26 anos de sobriedade estável e satisfatória.

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Fumantes precisam de 4 tentativas antes de parar de fumar, diz pesquisa


Fumantes precisam de 4 tentativas antes de parar de fumar, diz pesquisa 

São conhecidas as dificuldades enfrentadas pelo fumante para largar o cigarro. Segundo estudo da Fundação Inglesa do Coração, em média são feitas quatro tentativas antes de a intenção ser bem sucedida. Um quarto dos fumantes perderam a conta de quantas vezes decidiram parar e voltaram a fumar. Os dados são do Daily Mail.

Foram entrevistadas mais de 2 mil pessoas, e 82% delas afirmaram ter falhado na primeira tentativa. Vinte por cento tentaram entre 4 e 21 vezes antes de conseguir mudar de hábito. Outros 20% ainda disseram que não conseguem de jeito nenhum largar o cigarro.

O estudo descobriu ainda que um quarto dos fumantes pretende deixar o cigarro por questões econômicas.

O jornal lembra que o governo inglês está tomando medidas para combater o fumo por meio da padronização das embalagens das marcas, a fim de tirar qualquer traço de glamour que possa envolver o produto. Segundo dados do país, a cada ano são mais de 100 mil pessoas mortas em decorrência do uso do cigarro.

Autor:OBID Fonte: Terra

Força, fé e eseprança,
Clayton Bernardes