sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mais um dia

Mais um dia  

É noite de domingo e eu me acho desejando, mais uma vez, ter "mais um dia." O fim de semana parece desaparecer tão rapidamente. Ter mais um dia seria perfeito. Não seria?

No passado, quando em férias, sentava-me na praia, encharcando-me na luz do sol naquele último dia, eu me encontrava dizendo, "gostaria de ter mais um dia". Ter mais um dia seria perfeito. Não seria?

Trabalhei em projetos que tinham prazos que pareciam curtos demais. Com toda minha delonga, eu me encontrava pensando, "Se ao menos eu tivesse mais um dia". Ter mais um dia seria perfeito. Não seria?

Na sexta-feira, me contaram que uma de minhas amigas que eu visito no asilo, declinava. Pensei que eu poderia visitá-la na segunda-feira. Orei para que ela tivesse mais um dia. Ter mais um dia seria perfeito. Não seria?

Hoje é 29 de fevereiro, num ano bissexto. Para equilibrar as coisas, adicionaram mais um dia ao mês de fevereiro. Tive mais um dia e eu o desperdicei. Ele não estendeu meu fim de semana, não me permitiu sentar-me na praia, não trabalhei em meu projeto e nem visitei minha amiga. Tive mais um dia e não fiz as coisas certas.

O fato em questão é que me foi dado mais de 19.500 dias em meu tempo de vida. Isto é mais que suficiente para realizar todas essas coisas... e eu ainda não fiz.

Acredito que devo desculpas à Deus. Ao invés de desperdiçar tempo desejando por mais, eu deveria ter tomado cada dia como um presente, vivê-lo plenamente e, no fim, simplesmente agradecer à Deus.

Então, se pela Graça de Deus, eu acordar amanhã de manhã, eu o viverei como se fosse meu último dia. Farei o que precisa ser feito. Nutrirei o tempo passando com quem amo e no fim do dia eu direi "obrigado Deus, por mais um dia!"
Fonte:(Autorizado por www.rivalcir.com.br)

Comissão do Senado aprova internação compulsória



Diário do Grande ABC
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta manhã um projeto que prevê a possibilidade de internação compulsória ou tratamento especializado para usuários de drogas.

Isso se dará mediante parecer de uma comissão composta por três profissionais de saúde com experiência em tratamento de dependentes químicos, pelo menos um deles médico.

Inicialmente, o projeto de autoria do senador cassado Demóstenes Torres (ex-DEM) estabelecia a prisão para os usuários de drogas. Quem fosse flagrado usando drogas poderia ficar preso de seis meses a um ano segundo a proposta. O juiz, porém, poderia substituir a pena privativa de liberdade por tratamento especializado.

A relatora da matéria, senadora Ana Amélia (PP-RS), propôs o substitutivo aprovado e destacou que a comissão avaliou apenas as questões relativas à proteção da saúde dos usuários e dependentes de drogas. "Não serão objeto de análise aprofundada por esta Comissão a matéria penal propriamente dita, nem as questões relativas à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa da proposição em tela. Tampouco serão analisados os aspectos concernentes aos direitos humanos."

A matéria vai passar pelas comissões de Direitos Humanos e Constituição e Justiça. Depois segue para o Plenário da Casa e então, por se tratar de um Projeto de Lei do Senado, é encaminhado à Câmara dos Deputados. O senador Humberto Costa (PT-PE) e a senadora Ana Rita (PT-ES) já adiantaram que pretendem propor alterações ao texto. Um dos pontos de divergência é a internação compulsória.

O governo de São Paulo deu início às internações involuntárias de dependentes químicos em janeiro deste ano para atender medidas de urgência de viciados que não têm domínio de sua própria saúde e condição física e se negam a receber tratamento. A iniciativa foi seguida pelo Rio de Janeiro, que começou com internações compulsórias de adultos dependentes de crack em fevereiro deste ano.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Consumo excessivo de álcool cresce 24% entre as mulheres

Consumo excessivo de álcool cresce 24% entre as mulheres

Folha de S. Paulo
Entre 2006 e 2012, aumentou para 18,5% a parcela de brasileiras que tomam quatro doses ou mais em duas horas

As mulheres estão bebendo mais e com mais frequência. Nos últimos seis anos, a proporção das que consomem álcool de maneira excessiva aumentou 24%, passando de 15% para 18,5% das brasileiras.

É o que revela o segundo levantamento nacional de álcool, divulgado ontem pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Foram entrevistadas 4.607 pessoas com 14 anos ou mais em 149 municípios brasileiros. Desse total, 1.157 eram adolescentes.

Segundo Ronaldo Laranjeira, professor titular de psiquiatria da Unifesp e coordenador do levantamento, o aumento do consumo de álcool por mulheres reflete a maior frequência do ato de beber socialmente, e não em casa.

"Mulheres que socializam como homens estão bebendo tanto quanto eles."

Esse consumo excessivo de álcool é o que os especialistas chamam de "binge", isto é, a ingestão de quatro unidades ou mais de bebida, para mulheres, e cinco unidades ou mais, para homens, em um período curto de tempo (duas horas).

Na pesquisa, uma unidade de álcool equivale a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de vodca.

Entre 2006 e 2012, houve um aumento de 31% nessa forma de consumo entre os brasileiros que bebem.

Os dados mostram que, no geral, houve um aumento de 20% na proporção de bebedores frequentes (uma vez por semana ou mais).

ENCHER A LATA

Segundo Laranjeira, o brasileiro tem um comportamento diferente em relação à bebida do observado em outras partes do mundo.

"Na Europa e nos EUA, há uma taxa baixa de abstêmios e uma taxa alta de bebedores moderados. Aqui, há muitos abstêmios e, comparando com os dados de 2006, quem já bebia passou a beber mais e com maior frequência", disse o psiquiatra.

O levantamento mostra que quase um em cinco bebedores frequentes consome álcool de forma abusiva e tem um comportamento compatível com dependência.

Os dados também revelam que 32% dos adultos que bebem dizem já não terem sido capazes de conseguir parar de beber em alguma ocasião.

É o caso da funcionária pública federal Joyce, 49. Ela conta que sempre bebeu acima da média das amigas. "Enquanto elas estavam no primeiro copo, eu já estava no terceiro." Após os 30 anos, ela perdeu o controle.

"Queria parar, mas não conseguia. Não bastava o fim de semana, comecei a beber também durante a semana. Não rendia no trabalho."

Assim como ela, 8% dos entrevistados que bebem admitem que o uso de álcool já teve um efeito prejudicial no trabalho e 9% relataram que houve o prejuízo à família ou ao relacionamento.

"Minha filha já me viu sair bêbada de um bar. A sorte é que ela foi estudar no interior e não presenciou as piores cenas de bebedeira", diz Joyce, livre do vício há dez anos.

Para Laranjeira, o aumento no consumo excessivo de álcool pela população brasileira reflete o aumento da renda nos últimos anos, principalmente entre as classes mais baixas.

Enquanto na classe A o consumo "binge" se manteve estável, nas classes C, D e E houve, respectivamente, um aumento de 43%, 43% e 48% nesse comportamento.

Os efeitos da Lei Seca também já podem ser percebidos: houve diminuição de 21% na proporção de pessoas que relatam terem dirigido após o consumo de álcool no último ano, em relação a 2006.

Para Ilana Pinsky, professora da Unifesp que também participou do estudo, entre as medidas que podem reduzir o consumo estão o aumento de preço das bebidas e a restrição dos locais de venda e da publicidade. Ela defende ainda mais ações de prevenção e tratamento.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Só mpor hoje 12-04...

Meditação do Dia

Sexta, 12 de Abril de 2013


Uma visão mais larga
"Todos os despertares espirituais têm algumas coisas em comum, que incluem um fim da solidão e um sentido de direcção nas nossas vidas." Texto Básico, p. 57

Algumas experiências espirituais dão-se quando nos confrontamos com algo que seja maior do que nós. Suspeitamos da acção de forças que estão além da nossa compreensão. Temos uma visão fugaz de algo maior e nesse momento somos atingidos pela humildade. A nossa caminhada através dos Doze Passos conduzirá a uma experiência espiritual da mesma natureza, só que mais profunda e duradoura. Sofremos um processo contínuo de esvaziamento do ego, ao mesmo tempo que nos tornamos mais conscientes de algo maior. A nossa visão do mundo alarga-se ao ponto de já não possuirmos mais um sentido exagerado da nossa própria importância. Através dessa nova consciência não nos sentimos mais isolados do resto da raça humana. Podemos não compreender porque é que o mundo é como é, ou porque é que as pessoas por vezes se tratam de uma forma tão selvagem. Mas compreendemos o sofrimento e, em recuperação, podemos fazer o nosso melhor para o aliviar. Quando a nossa contribuição individual se combina com a de outros, tornamo-nos uma peça essencial de um grande desígnio. Estamos por fim ligados a algo.

Só por hoje: Sou apenas uma pessoa no esquema mais global das coisas. Aceito humildemente o meu lugar no mundo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013



REFLEXÃO DIÁRIA - 11 DE ABRIL
UMA PALAVRA PARA ELIMINAR: "CULPA"

Geralmente demorava bastante para percebermos como as nossas emoções descontroladas nos vitimavam. Notávamos logo nos outros, mas só muito vagarosamente em nós. Antes de mais nada, era preciso confessar que tínhamos muitos defeitos, mesmo que esta admissão fosse dolorosa e humilhante. No tocante às outras pessoas, tivemos de eliminar a palavra "culpa" de nosso vocabulário e nossos pensamentos.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 41



Quando fiz meu Quarto Passo, seguindo as sugestões do Livro Grande, notei que minha lista de ressentimentos estava cheia de meus preconceitos e de culpar os outros por não ser capaz de ter sucesso e não aproveitar plenamente meus talentos. Também descobri que me sentia diferente por ser negro. À medida que continuei a praticar o Passo, aprendi que sempre tinha bebido para me livrar desses sentimentos. Somente quando fiquei sóbrio e trabalhei o meu inventário foi que eu não pude culpar mais ninguém.

Frases para seu dia !!!

O mundo é um belo livro, mas com pouca utilidade para quem não sabe ler." (Carlo Goldoni)

... "Um homem não está acabado quando enfrenta a derrota. Ele está acabado quando desiste." (Richard Nixon)
... "Você ganha força, coragem e confiança através de cada experiência em que você realmente para e encara o medo de frente." (Eleanor Roosevelt)
... "Um homem livre é aquele que, tendo força e talento para fazer uma coisa, não encontra barreiras a sua vontade." (Thomas Hobbes)

Crescem casos de divórcio devido ao consumo de álcool pelas mulheres

Crescem casos de divórcio devido ao consumo de álcool pelas mulheres

Terra
Há muito tempo, as mulheres buscam igualdade entre os gêneros e estão conquistando isso em todas as searas, mesmo nas negativas.

Segundo matéria publicada no jornal Daily Mail, vem crescendo o número de pedidos de divórcio feitos pelos maridos devido ao hábito das mulheres de consumir álcool e, em alguns casos, acusações de alcoolismo.

A informação veio do escritório Slater & Gordon que aponta crescimento de 70% nos casos nos últimos cinco anos. A advogada Amanda McAlister diz que cuida de 40 a 50 casos anualmente no qual os homens estão insatisfeitos com a bebedeira das companheiras. "A tradicional imagem do homem passando longas horas no bar e as mulheres que ficavam cuidando das crianças é menos comum do que há apenas 10 ou 15 anos", disse.

Entre as reclamações encontram-se saídas com as amigas, algumas que chegam a ir até às 4h da manhã. Outros dizem que as mulheres ficam bebendo em casa e culpam o estresse ou a depressão. Há relatos de companheiras que bebem às escondidas, mas os homens acabam encontrando garrafas vazias pela casa ou no lixo.

A advogada conta que inicialmente os homens chegam ao escritório e apontam um motivo diferente para o pedido de divórcio, como o fato de a mulher não trabalhar ou não ajudar em casa. "Ao longo do processo descobrimos que é porque ela está frequentemente bêbada ou de ressaca", disse Amanda.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)