Casagrande detalha luta contra drogas e sua agonia em clínica
Folha de S. Paulo
O uso de doping no futebol, os dias de luta na Democracia Corinthiana, overdoses provocadas por uso de cocaína e heroína e o período de mais de um ano internado em uma clínica de reabilitação são detalhados por Walter Casagrande Júnior em sua biografia, que será lançada nesta segunda-feira.
"Casagrande e Seus Demônios" (Globo Livros, 248 páginas), escrita com o jornalistas Gilvan Ribeiro, editor de esportes do jornal "Diário de S. Paulo", é resultado de um projeto que começou há mais de uma década, segundo reportagem da revista "Veja São Paulo" desta semana.
No livro, o ex-jogador e comentarista da TV Globo conta em detalhes sua trajetória no Corinthians e na seleção brasileira, o uso e de drogas injetáveis e as consequências dele e o sistema quase prisional da clínica em que viveu.
"Acordei num lugar estranho, não sabia se era São Paulo, se estava no Brasil, qual a direção em que ficava, eu não sabia nada", conta Casagrande em trecho do livro publicado por "Veja".
O episódio da internação foi resultado de um acidente de carro em 2007, quando o ex-jogador dormiu no volante e se envolveu em uma batida com outros seis carros.
O livro conta que, durante sua fase mais pesada, em uma noite cheirava três carreiras de cocaína, aplicava heroína na veia e fumava um cigarro de maconha, tudo acompanhado de tequila.
Durante sete dos 13 meses em que esteve na clínica, Casagrande ficou sem contato com amigos e parentes.
Longe das drogas desde outubro de 2008, quando deixou a clínica, o ex-jogador conta que leva uma vida totalmente diferente, distante das noitadas e com um restrito círculo de amizades.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Só por hoje 03-05...
Meditação do Dia
Sexta, 03 de Maio de 2013
Partilhar a nossa gratidão
"A minha gratidão fala quando me preocupo e quando partilho com outros o caminho de NA." Oração de Gratidão
Quanto mais tempo nos mantivermos limpos, mais experimentaremos sentimentos de gratidão pela nossa recuperação. Esses sentimentos de gratidão não se limitam a dádivas particulares, tais como novos amigos ou a capacidade de podermos arranjar um emprego. Mais frequentemente, esses sentimentos surgem da sensação de alegria que sentimos nas nossas novas vidas. Esses sentimentos são sublinhados pela nossa certeza no caminho que as nossas vidas teriam tomado se não fosse o milagre que experimentámos em Narcóticos Anónimos. Esses sentimentos são tão abrangentes, tão maravilhosos, e por vezes tão esmagadores, que não conseguimos encontrar palavras para eles. Por vezes choramos abertamente de alegria ao partilhar numa reunião, e esforçamo-nos por arranjar palavras para exprimir aquilo que estamos a sentir. Queremos tanto transmitir aos recém-chegados a gratidão que sentimos, que até nos falta vocabulário para descrevê-la. Quando partilhamos com lágrimas nos olhos, quando ficamos com um nó na garganta e não conseguimos falar - essas são as alturas em que a nossa gratidão fala com maior clareza. Partilhamos a nossa gratidão directamente dos nossos corações; e é com os seus corações que outros ouvem e compreendem. A nossa gratidão fala com clareza, embora as nossas palavras possam não ser claras.
Só por hoje: A minha gratidão fala por sí mesma; quando fala, o coração compreende. Hoje, vou partilhar a minha gratidão com outros, quer encontre ou não as palavras certas.
Só por hoje: A minha gratidão fala por sí mesma; quando fala, o coração compreende. Hoje, vou partilhar a minha gratidão com outros, quer encontre ou não as palavras certas.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Domigo com Padre Otair!!!!!
Somos seres em construção
Desde o momento em que somos lançados ao mundo, através de um
processo de “expulsão” do ventre materno, passamos a necessitar do cuidado de outro.
Nesse momento da vida, o carinho e o afeto são fundamentais para que o processo
de desenvolvimento aconteça. Sabemos, porém, que essa acolhida amorosa nem
sempre acontece na vida de todo recém-nascido. Algumas situações, tais como: gravidez
indesejada, tentativa de aborto, uso de substâncias tóxicas que comprometem a
formação do feto, surpresas do sexo da criança e até mesmo possíveis síndromes,
podem despertar uma reação primeira de desamor por parte das figuras paternas.
Sermos nutridos com carinho e amor é, antes de tudo, na
condição humana, um apelo à sobrevivência. Isso equivale a dizer que não há
possibilidade de desenvolvimento das características humanas se não houver a
construção ou estabelecimento do vínculoe a transmissão e vivência dos
sentimentos que são próprios do ser humano. É nessa dinâmica que se realiza o
processo de aprendizado e orientação de conduta de uma pessoa
Os fatos nos mostram que, em sua grande maioria, os filhos
que receberam um cuidado excessivo dos pais padecem por insegurança, são
dependentes e têm dificuldades para tomar iniciativas, em razão da incapacitaçãoadvinda
do desenvolvimento relacional entre eles.
Outro exemplo extremo é a negligência no cuidado e na
construção do vínculo amoroso entre pais e filhos. O pouco amor dispensado
poderá formar umapercepçãode que alguma coisa não vaibem, não está OK,resultando
numa situação de desamparo sentida pelo filho. Essa percepção precoce poderá
ocasionar, posteriormente,uma busca desenfreada por compensações.E tal conduta
terá como fio condutoro olhar valorativo diminuído do próprio sujeito sobre si
mesmo. Problemas relacionados à estima serão uma constante na estrutura
psíquica do mesmo.
É preciso considerar que algumas formas de estimulação dadapelos
pais aos filhos não têm se mostrado eficaz; ao contrário, apontam para graves
dificuldades que envolvem resoluções de problemas, relacionamentos
interpessoais conturbados e uma necessidade gritante da presença mais
qualitativa dos pais em relação aos filhos. Sem esquecer que é através dela que
os valores do conviver humano são transmitidos.
As portas dessa construção, iniciada na infância, serão
abertas na vida adulta, e nesse espaço de revisão, nos defrontaremos com o que
fizeram de nós. Olharemos para o que internalizamos como certo ou errado,
normal ou anormal, o que se deve ou não fazer. A própria natureza e a realidade
em que estamos inseridos nos farão confrontar o que recebemos (passado)com o
que pretendemos ser (futuro ). É desse choque entre o que somos e desejamos ser
que brotará a atitude real do SER no hoje.
Nesse tempo privilegiado de olhar sobre si mesmosomos assombrados pela sensação de impotência frente a novos
desafios. A convicção do que não queremos torna-se evidente em nosso pensamento
e ações, porém não sabemos ao certo o que desejamos. Viver nessa instabilidade,
nos remete à consciência de que somos seres em construção e, por isso,
redimensionar o edifício, dar um novo sentido ao que foi erigido é tarefa
permanente a ser executada. Nós seremos, no futuro, o que desejamos ser e não o
que fizeram de nós.
Enfim, as marcas do tempo, o registro das experiências
vividas, a capacidade de abstração dos fatos devem ser assumidas como partes
constituintes do edifíciohumano. Eé a consciência de que nossa construção está
em andamento, que nos permite realizar as mudanças necessárias e adequadas ao
tempo presente, sem menosprezar o que foi recebido. Cumpre, contudo, agregar o
que nos permite fazer, de um jeito diferente, o que nos ensinaram nossos pais.
Padre Otair Cardoso.
REFLEXÃO DIÁRIA - 2 DE MAIO
REFLEXÃO DIÁRIA - 2 DE MAIO
ILUMINANDO O PASSADO ESCURO
Agarre-se à idéia de que, nas mãos de Deus, o passado negro é o maior bem que você possui - a chave para a vida e a felicidade de outros. Com ela você pode afastar deles a morte e a miséria.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 141
Meu passado não é mais uma autobiografia; é um livro de referência para ser tirado da estante, aberto e compartilhado. Hoje quando relato por dever, sai a mais maravilhosa pintura, porque, embora este dia seja negro - como acontece com alguns dias - as estrelas brilharão com mais intensidade mais tarde. Em um futuro muito próximo serei chamado para atestar que elas brilham. Todo meu passado será neste dia parte de mim, porque ele é a chave não a fechadura.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
ILUMINANDO O PASSADO ESCURO
Agarre-se à idéia de que, nas mãos de Deus, o passado negro é o maior bem que você possui - a chave para a vida e a felicidade de outros. Com ela você pode afastar deles a morte e a miséria.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 141
Meu passado não é mais uma autobiografia; é um livro de referência para ser tirado da estante, aberto e compartilhado. Hoje quando relato por dever, sai a mais maravilhosa pintura, porque, embora este dia seja negro - como acontece com alguns dias - as estrelas brilharão com mais intensidade mais tarde. Em um futuro muito próximo serei chamado para atestar que elas brilham. Todo meu passado será neste dia parte de mim, porque ele é a chave não a fechadura.
Clayton Bernardes
Fases da Dependência
Fases da Dependência
Fases de Progressão da Dependência Química
1ª FASE- USO SOCIAL
Experiência universal.
Aprende a alteração de humor:NORMAL= EUFÓRICO
Busca alteração de humor;
Ressacas ocasionais;
Experiências emocionalmente positiva e gratificante;
Há vantagens no uso.
Aprende a alteração de humor:NORMAL= EUFÓRICO
Busca alteração de humor;
Ressacas ocasionais;
Experiências emocionalmente positiva e gratificante;
Há vantagens no uso.
2ª FASE MANIFESTAÇÃO DA DEPENDENCIA
Desenvolvimento da tolerância de químico;
Doses cada vez maiores para o mesmo efeito desejado;
Busca normalizas o estado de humor: DEPRESSIVO=NORMAL
Aumento da quantidade do uso;
Primeiros lapsos de memória;
Familiares e amigos começam a questionar;
Queda da produtividade,rendimento trabalho e escola;
Dificuldade no relacionamento interpessoal;
Ressacas cada vez mais freqüentes;
Rigidez nos mecanismos de defesa;
Instalação do sistema de auto ilusão;
Drástica alteração de comportamento;
Isolamento;
Grande sofrimento emocional.
Doses cada vez maiores para o mesmo efeito desejado;
Busca normalizas o estado de humor: DEPRESSIVO=NORMAL
Aumento da quantidade do uso;
Primeiros lapsos de memória;
Familiares e amigos começam a questionar;
Queda da produtividade,rendimento trabalho e escola;
Dificuldade no relacionamento interpessoal;
Ressacas cada vez mais freqüentes;
Rigidez nos mecanismos de defesa;
Instalação do sistema de auto ilusão;
Drástica alteração de comportamento;
Isolamento;
Grande sofrimento emocional.
3ª FASE ADICÇÃO TOTAL
Dependência física;
Necessidade de manter permanentemente certa quantidade de uso do Químico no organismo para evitar a síndrome de abstinência;
Delírios de ciúmes;
Blackouts freqüentes e amplos;
Alucinações;
Profundas alterações de humor: DEPRESSIVO=DEPRESSIVO
Isolamento;
Baixa auto-estima;
Idéias fixas de auto-eliminação;
Embotamento físico e emocional
Necessidade de manter permanentemente certa quantidade de uso do Químico no organismo para evitar a síndrome de abstinência;
Delírios de ciúmes;
Blackouts freqüentes e amplos;
Alucinações;
Profundas alterações de humor: DEPRESSIVO=DEPRESSIVO
Isolamento;
Baixa auto-estima;
Idéias fixas de auto-eliminação;
Embotamento físico e emocional
Referências: Material de prevenção a recaída da Comunidade Nova Jerusalém, Uberaba,M.G.
Veja quem tem razão
Veja quem tem razão
Veja Quem Tem Razão
Você vive num quarto escuro e fechado e diz estar aberto para o mundo.
Você diz que ninguém fala a verdade, no entanto, mente o tempo todo para você mesmo.
Fala que ninguém o deixa viver em paz, contudo, vive cheio de agressividade.
Você quer toda liberdade do mundo, porém, vive com medo de ser preso.
Você grita que é forte e que sabe o que faz, mas, receia a própria sombra.
Você pede para que lhe deixem voar, entretanto, vive fora do ar ou no fundo do poço.
Você vive dizendo que quer ganhar muito dinheiro, todavia, queima tudo o que você ganha e o que tem.
Você diz que precisa de uma chance, mas, joga todas as chances fora.
Você vive dizendo que quer ter amigos, no entanto, não percebe que é seu maior inimigo.
Você se diz muito esperto e que não leva desaforo para a casa, porém, aceita ser dotado por quem lhe escraviza.
Você quer um pedacinho do Céu e não percebe que faz da sua vida um completo inferno.
Você caminha a passos largos para a morte e diz que isso é vida.
DEPENDÊNCIA QUÍMICA SE COMBATE COM RAZÃO, AMOR E VERDADE.
Você vive num quarto escuro e fechado e diz estar aberto para o mundo.
Você diz que ninguém fala a verdade, no entanto, mente o tempo todo para você mesmo.
Fala que ninguém o deixa viver em paz, contudo, vive cheio de agressividade.
Você quer toda liberdade do mundo, porém, vive com medo de ser preso.
Você grita que é forte e que sabe o que faz, mas, receia a própria sombra.
Você pede para que lhe deixem voar, entretanto, vive fora do ar ou no fundo do poço.
Você vive dizendo que quer ganhar muito dinheiro, todavia, queima tudo o que você ganha e o que tem.
Você diz que precisa de uma chance, mas, joga todas as chances fora.
Você vive dizendo que quer ter amigos, no entanto, não percebe que é seu maior inimigo.
Você se diz muito esperto e que não leva desaforo para a casa, porém, aceita ser dotado por quem lhe escraviza.
Você quer um pedacinho do Céu e não percebe que faz da sua vida um completo inferno.
Você caminha a passos largos para a morte e diz que isso é vida.
DEPENDÊNCIA QUÍMICA SE COMBATE COM RAZÃO, AMOR E VERDADE.
Fonte: Site antidrogas.com
Restrição da oferta visa a combater o consumo de álcool entre jovens
Restrição da oferta visa a combater o consumo de álcool entre jovens
JM Online
Estimativas da Proteste são de que 10% da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas
Em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família, deputados cobraram do Congresso medidas para conter o consumo de álcool por adolescentes. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que em 49% das agressões há uso de bebidas alcoólicas, sendo que 10% da mortalidade registrada no País está relacionada com o álcool.
Parlamentares defendem o aumento das restrições à oferta de bebidas alcoólicas, inclusive de cerveja.
Para isso, especialistas propõem a adoção de medidas como o aumento da taxação, restrições da propaganda nos pontos de venda e distância mínima entre esses pontos e escolas. De acordo com o coordenador da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori Kinoshita, existem duas vertentes para se combater o consumo de álcool: restrição da demanda ou da oferta. Em países europeus, o especialista diz que somente a restrição da oferta reduziu em 30% o consumo de álcool na faixa de 14 anos.
Ainda conforme Kinoshita, levantamentos do Ministério da Saúde mostram que quase 80% dos jovens brasileiros, entre 14 e 18 anos, declaram que usaram álcool pelo menos uma vez no último ano. Quando se trata do último mês, o índice é de cerca de 40%. Já a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, ressalta que as estimativas são de que 10% da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas.
E o futuro de jovens consumidores de álcool é justamente adultos alcoólatras que causarão distúrbios no ambiente familiar, o que torna o problema do consumo de bebidas alcoólicas um ciclo vicioso. Por isso, com o objetivo de compreender o relacionamento do casal e o abuso de álcool por algum dos parceiros, uma pesquisa da Unesp, intitulada “Violência, dependência de álcool e relações conjugais” vem estudando a situação para orientar casais para que compreendam como a relação é afetada pelo uso nocivo ou dependência de álcool e de que forma as brigas também podem impulsionar o abuso de álcool por parte dos jovens.
Álcool e violência. Marianne Ramos Feijó, psicóloga e especialista em terapia familiar, afirma ser importante que a população passe a compreender a influência, direta e indireta, do álcool na ocorrência de violências, dentro e fora de relacionamentos afetivos. “O destaque da pesquisa é entender o relacionamento conjugal afetado por essas questões e de uma maneira qualitativa. Existem estudos que falam da saúde de uma maneira geral e da interferência do álcool na família, mas a relação conjugal, que pode inclusive fazer parte e sustentar essas duas outras questões, ainda é pouco estudada. É importante considerar que essas questões são problemas de saúde pública e que precisam sofrer intervenções, tratamentos e medidas mais eficazes do que temos atualmente”, afirma.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
JM Online
Estimativas da Proteste são de que 10% da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas
Em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família, deputados cobraram do Congresso medidas para conter o consumo de álcool por adolescentes. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que em 49% das agressões há uso de bebidas alcoólicas, sendo que 10% da mortalidade registrada no País está relacionada com o álcool.
Parlamentares defendem o aumento das restrições à oferta de bebidas alcoólicas, inclusive de cerveja.
Para isso, especialistas propõem a adoção de medidas como o aumento da taxação, restrições da propaganda nos pontos de venda e distância mínima entre esses pontos e escolas. De acordo com o coordenador da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori Kinoshita, existem duas vertentes para se combater o consumo de álcool: restrição da demanda ou da oferta. Em países europeus, o especialista diz que somente a restrição da oferta reduziu em 30% o consumo de álcool na faixa de 14 anos.
Ainda conforme Kinoshita, levantamentos do Ministério da Saúde mostram que quase 80% dos jovens brasileiros, entre 14 e 18 anos, declaram que usaram álcool pelo menos uma vez no último ano. Quando se trata do último mês, o índice é de cerca de 40%. Já a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, ressalta que as estimativas são de que 10% da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas.
E o futuro de jovens consumidores de álcool é justamente adultos alcoólatras que causarão distúrbios no ambiente familiar, o que torna o problema do consumo de bebidas alcoólicas um ciclo vicioso. Por isso, com o objetivo de compreender o relacionamento do casal e o abuso de álcool por algum dos parceiros, uma pesquisa da Unesp, intitulada “Violência, dependência de álcool e relações conjugais” vem estudando a situação para orientar casais para que compreendam como a relação é afetada pelo uso nocivo ou dependência de álcool e de que forma as brigas também podem impulsionar o abuso de álcool por parte dos jovens.
Álcool e violência. Marianne Ramos Feijó, psicóloga e especialista em terapia familiar, afirma ser importante que a população passe a compreender a influência, direta e indireta, do álcool na ocorrência de violências, dentro e fora de relacionamentos afetivos. “O destaque da pesquisa é entender o relacionamento conjugal afetado por essas questões e de uma maneira qualitativa. Existem estudos que falam da saúde de uma maneira geral e da interferência do álcool na família, mas a relação conjugal, que pode inclusive fazer parte e sustentar essas duas outras questões, ainda é pouco estudada. É importante considerar que essas questões são problemas de saúde pública e que precisam sofrer intervenções, tratamentos e medidas mais eficazes do que temos atualmente”, afirma.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
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