Saiba as doenças relacionadas ao consumo de álcool
Alcoolismo
Há quem diga que beber não faz mal. Muitos até tentam justificar bebedeiras dizendo ser algo benéfico para a saúde. Entretanto, tanto o abuso do álcool (quando se toma cinco doses em um curto período de tempo), quanto o alcoolismo (pessoa dependente de álcool), pode acarretar diversos problemas de saúde.
No abuso do álcool, algumas consequências são rápidas, como perda de coordenação motora, sonolência, fala arrastada, falhas na memória, irritações no estômago e sobrecarga nos rins e fígado ao fazê-los trabalhar mais para conseguir processar a bebida.
Já no alcoolismo, as consequências são ainda mais sérias. Existem vários males relacionados à bebida, entre as principais estão doenças como hepatite alcoólica, cirrose, câncer, cardiopatias, infarto, AVC Isquêmico, gastrite, úlcera, diabetes, desnutrição, entre outras. E, mesmo assim, muitos alcoolistas só buscam tratamento para a dependência após ser constatado doenças relacionadas ao álcool.
O alcoolismo é uma doença crônica, ou seja, não há cura. Porém, há tratamento. Se você conhece uma pessoa que esteja sofrendo pela dependência do álcool, procure ajuda profissional.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Só por hoje 10-06...
Meditação do Dia
Segunda, 10 de Junho de 2013
Mudar os motivos
"Quando por fim afastamos do caminho os nossos motivos egoístas, começamos a encontrar uma paz que nunca julgámos possível." Texto Básico, p. 52
Quando olhamos para as nossas crenças, as nossas acções, e os nossos motivos em recuperação, vemos que haverá alturas em que fazemos as coisas pelos motivos errados. No princípio da nossa recuperação poderemos ter gasto bastante tempo e dinheiro com outros, numa tentativa de que eles gostassem de nós. Mais tarde, poderemos ver que continuamos a gastar dinheiro com os outros, mas que os nossos motivos para isso mudaram. Fazemos isso porque nós gostamos deles. Ou talvez que antes envolvíamo-nos em relações, porque nos sentíamos vazios por dentro, e procurávamos preencher esse vazio com outras pessoas. As nossas razões agora para nos apaixonarmos baseiam-se num desejo de partilhar com alguém as nossas vidas, já recompensadoras. Talvez trabalhássemos os passos porque tinhamos medo de recair se o não fizéssemos. Hoje, praticamos os passos porque queremos crescer espiritualmente. Hoje temos um novo propósito na vida, e a mudança dos nossos motivos prova isso. Temos tanto mais para dar do que as nossas exigências e inseguranças. Desenvolvemos uma plenitude espiritual e uma paz interior que elevam a nossa recuperação a um novo plano. Estendemos o nosso amor e partilhamos a nossa recuperação com uma generosidade total, e a diferença que fazemos é aquilo que acabamos por deixar àqueles que ainda hão-de juntar-se a nós.
Só por hoje: Em recuperação, os meus motivos têm mudado. Quero fazer as coisas pelo motivo certo, e não para meu benefício pessoal. Hoje vou examinar os meus motivos.
Só por hoje: Em recuperação, os meus motivos têm mudado. Quero fazer as coisas pelo motivo certo, e não para meu benefício pessoal. Hoje vou examinar os meus motivos.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
domingo, 9 de junho de 2013
Portas
Portas
Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala.
Você pode não entrar e ficar observando vida.
Mas se você vence a dúvida, o medo e entra, você dá um grande passo: nesta sala vive-se. Mas, também, tem um preço ...
São inúmeras outras portas que você descobre.
Às vezes, quebra-se a cara, às vezes curte-se mil e uma.
O grande segredo é saber quando e qual a
porta que se deve ser aberta.
A vida não é rigorosa. Ela propicia erros e acertos.
Os erros podem ser transformados em acertos quando
com eles se aprende.
Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa.
A cada sala que se vive, descobrem-se tantas outras portas!
E a vida enriquece quem arrisca a abrir novas portas.
Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente
oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa.
Se você não ultrapassar a porta, você terá sempre a
mesma porta pela frente.
É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática
perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida ..
Para a vida... as portas não são obstáculos,
mas diferentes passagens ...
( Içami Tiba )
Fonte:(Autorizado por www.netmarkt.com.br)
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Reflexão do dia 9 de Junho
Reflexão do dia 9 de Junho
viver no presente
Primeiro tentamos viver no presente só para não beber, - e vemos que funciona. E depois que essa idéia se torna parte de nosso modo de pensar, verificamos que viver a vida em segmentos de 24 horas é uma forma eficaz e agradável de lidar com outros assuntos também.
VIVER SÓBRIO PG. 18
Um dia de cada vez." Para o ingressante, este e outros lemas de A.A. podem parecer ridículos. As senhas da irmandade de A.A. podem se tornar linhas de vida, nos momentos de tensão. Cada dia pode ser como uma rosa desabrochando de acordo com o plano de um Poder Superior a mim mesmo. Meu programa deve ser plantado no local certo, onde ele precisará ser preparado, alimentado e protegido da doença. Meu plantio exige paciência e minha percepção de que algumas flores serão mais perfeitas de que outras. Cada estágio das pétalas se abrindo pode trazer maravilhas e deleite, se eu não interferir ou deixar minhas expectativas anularem minha aceitação - e estas coisas trazem serenidade.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Só por hoje 09-06...
Meditação do Dia
Domingo, 09 de Junho de 2013
Os velhos sonhos não precisam de morrer
"Sonhos perdidos despertam, e surgem novas possibilidades." Texto Básico, p. 103
A maioria de nós tinha sonhos quando éramos novos. Quer fossem sonhos de uma carreira dinâmica, de uma família grande e feliz, ou de viagens ao estrangeiro, eles morreram quando nos deixámos prender pela nossa adicção. Tudo aquilo que quisemos foi posto de lado na nossa busca de drogas. Os nossos sonhos não iam além da droga seguinte e da euforia que esperávamos que ela nos trouxesse. Agora, em recuperação, encontramos uma razão para esperar que os nossos sonhos perdidos ainda possam tornar-se realidade. Não importa a idade que tenhamos, ou quanto a nossa adicção nos tenha tirado, ou quão improváveis possam parecer as nossas atitudes, a libertação da adicção activa dá-nos a possibilidade de perseguir as nossas ambições. Podemos descobrir que temos talento para alguma coisa, ou descobrir um passatempo de que gostemos, ou aprender que prosseguirmos a nossa recuperação poderá ser muito recompensador. Costumávamos colocar quase todas as nossas energias a inventar desculpas e racionalizações para os nossos falhanços. Hoje seguimos em frente e fazemos uso das muitas oportunidades que a vida nos coloca. Podemos surpreender-nos com aquilo de que somos capazes. Apoiados nos alicerces da nossa recuperação, o sucesso, a realização e a satisfação estão por fim ao nosso alcance.
Só por hoje: A partir de hoje vou fazer aquilo que possa para realizar os meus sonhos.
Só por hoje: A partir de hoje vou fazer aquilo que possa para realizar os meus sonhos.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
sábado, 8 de junho de 2013
A culpa fica para sempre
A culpa fica para sempre
Uma campanha de utilidade pública nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do álcool passa. A culpa fica para sempre.
O movimento busca uma vez mais a conscientização da população, a respeito dos efeitos terríveis do álcool associado à direção de motorizados.
Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso país, por acidentes de trânsito. A grande maioria associada ao consumo de alcoólicos e outras drogas.
Desejando alguns momentos de suposto prazer, por vezes arriscamos comprometer toda nossa encarnação e, ainda - tão grave quanto - a prejudicar a vida de outros, que sofrerão os efeitos de nossos atos impensados.
Será que vale a pena correr esses riscos? Será que não estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: Não vai dar em nada?
Quantas almas são, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em função desse descaso, que normalmente não é um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.
A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as inúmeras lágrimas, que não valeu a pena.
Não é possível voltar no tempo e desfazer o que fizemos.
A vida nos dará novas chances, sim, de curar o que dilaceramos no outro, mas serão caminhos longos e duros. Por que escolhê-los?
Será que esses prazeres momentâneos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dirá que não, não vale a pena.
Assim, por que não podemos nos tornar um pouco mais conscientes?
Por que se deixar levar com tanta facilidade por emoções frívolas, que passam tão rápido?
Alta velocidade, perigos, fortes emoções - será que valem a pena?
Não propomos uma vida sisuda, sem cor, enfadonha - de forma alguma.
É possível ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma ameaça constante à sociedade.
Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ouçamos outras opiniões. Não deixemos que a excitação nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a razão.
Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.
Pensemos nas consequências possíveis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas lágrimas do arrependimento tardio.
* * *
A tendência para o bem é inata no ser humano, face à sua procedência Divina. O entorpecimento carnal, às vezes, bloqueia a faculdade de direcionamento que a consciência proporciona.
A pessoa lúcida, como consequência, age com prudência, confiando nos resultados que advirão, sem preocupar-se com o imediatismo, sabendo que a semente de luz sempre se converte em claridade.
A responsabilidade, advinda da consciência, promove o ser ao estágio de lucidez, que o leva a aspirar pelas cumeadas da evolução que passa a buscar, com acendrado devotamento.
Fonte: (www.momento.com.br)
O movimento busca uma vez mais a conscientização da população, a respeito dos efeitos terríveis do álcool associado à direção de motorizados.
Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso país, por acidentes de trânsito. A grande maioria associada ao consumo de alcoólicos e outras drogas.
Desejando alguns momentos de suposto prazer, por vezes arriscamos comprometer toda nossa encarnação e, ainda - tão grave quanto - a prejudicar a vida de outros, que sofrerão os efeitos de nossos atos impensados.
Será que vale a pena correr esses riscos? Será que não estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: Não vai dar em nada?
Quantas almas são, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em função desse descaso, que normalmente não é um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.
A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as inúmeras lágrimas, que não valeu a pena.
Não é possível voltar no tempo e desfazer o que fizemos.
A vida nos dará novas chances, sim, de curar o que dilaceramos no outro, mas serão caminhos longos e duros. Por que escolhê-los?
Será que esses prazeres momentâneos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dirá que não, não vale a pena.
Assim, por que não podemos nos tornar um pouco mais conscientes?
Por que se deixar levar com tanta facilidade por emoções frívolas, que passam tão rápido?
Alta velocidade, perigos, fortes emoções - será que valem a pena?
Não propomos uma vida sisuda, sem cor, enfadonha - de forma alguma.
É possível ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma ameaça constante à sociedade.
Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ouçamos outras opiniões. Não deixemos que a excitação nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a razão.
Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.
Pensemos nas consequências possíveis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas lágrimas do arrependimento tardio.
* * *
A tendência para o bem é inata no ser humano, face à sua procedência Divina. O entorpecimento carnal, às vezes, bloqueia a faculdade de direcionamento que a consciência proporciona.
A pessoa lúcida, como consequência, age com prudência, confiando nos resultados que advirão, sem preocupar-se com o imediatismo, sabendo que a semente de luz sempre se converte em claridade.
A responsabilidade, advinda da consciência, promove o ser ao estágio de lucidez, que o leva a aspirar pelas cumeadas da evolução que passa a buscar, com acendrado devotamento.
Fonte: (www.momento.com.br)
REFLEXÃO DIÁRIA 08 DE JUNHO
REFLEXÃO DIÁRIA 08 DE JUNHO
ABRINDO-SE PARA MUDAR
A auto-análise é o meio pelo qual trazemos uma nova visão, ação e graça para influir no lado escuro e negativo de nosso ser. Com ela vem o desenvolvimento daquele tipo de humildade, que nos permite receber a ajuda de Deus... descobrimos que pouco a pouco vamos nos despojando da vida antiga - a vida que não funcionou – por uma nova vida que pode e funciona sob quaisquer condições.
NA OPINIÃO DO BILL, pp. 8, 10
Foi me dado um indulto diário, que depende de minha condição espiritual, desde que procure o progresso e não a perfeição. Para me tornar pronto para mudar, eu pratico a boa vontade, abrindo-me às possibilidades de mudança.
Se percebo que existem defeitos que atrapalham minha utilidade em A.A. e para os outros, me preparo, meditando e recebendo orientação. “Alguns de nós tentamos nos apegar às nossas velhas idéias e o resultado foi nulo, até que nos rendemos completamente.” (Alcoólicos Anônimos, p. 79)
Para soltar-me e deixar Deus agir, preciso somente entregar meus velhos costumes para Ele; não mais lutar nem tentar controlar, mas simplesmente acreditar que com a ajuda de Deus estou mudando, e assim afirmando me torno pronto. Esvazio-me para me encher de percebimento, luz e amor, e estou preparado para encarar cada dia com esperança.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
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