domingo, 16 de junho de 2013

Reflexão do dia 16 de Junho

Reflexão do dia 16 de Junho
 
mente aberta
Descobrimos que Deus não impõe condições árduas aos que O buscam. Para nós, o Reino do Espírito é amplo e espaçoso; não é privativo nem vedado aos que o buscam sinceramente. Acreditamos que ele esteja aberto para todos.
NA OPINIÃO DO BILL PG. 7
 
 
      A mente aberta para conceitos de um Poder Superior pode abrir portas para o espírito. Muitas vezes encontro o espírito humano em vários dogmas e fé. Posso ser espiritual quando compartilho de mim mesmo. O compartilhar de mim mesmo me una à raça humana e me traz mais próximo de Deus, como eu O concebo.
 
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Só por hoje 16-06...

Meditação do Dia

Domingo, 16 de Junho de 2013


Aceitar a vida
"Há algumas coisas que temos de aceitar, outras que podemos modificar. A sabedoria para distinguir umas das outras surge com o crescimento no nosso programa espiritual." Texto Básico, p. 106

É relativamente fácil aceitarmos as coisas de que gostamos - o difícil é aceitarmos aquilo de que não gostamos. Mas refazer o mundo e toda a gente só para agradar os nossos gostos não resolveria nada. Afinal de contas, acharmos que o mundo era culpado de todos os nossos problemas foi a atitude que prolongou o nosso uso - e essa atitude quase que nos matou. Ao praticarmos os passos, começamos a questionar o nosso papel na criação das vidas inaceitáveis que vivemos. Na maioria dos casos descobrimos que aquilo que precisava de ser mudado era a nossa própria atitude e as nossas próprias acções, e não as pessoas, os lugares ou as coisas à nossa volta. Em recuperação, rezamos pela sabedoria para distinguir a diferença entre aquilo que pode e aquilo que não pode ser modificado. Depois, quando vemos a realidade da nossa situação, rezamos pela boa-vontade para nos modificarmos a nós próprios.

Só por hoje: Poder Superior, concede-me a sabedoria para ver a diferença entre aquilo que pode ser modificado, e aquilo que eu tenho de aceitar. Ajuda-me a aceitar com gratidão a vida que me foi dada.
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Brasil deve fazer com álcool o mesmo que fez com o cigarro

Brasil deve fazer com álcool o mesmo que fez com o cigarro                                                                                                

Cidade Verde
Audiência conjunta das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Educação e Cultura (CE) do Senado, na tarde desta quarta-feira, 12, debateu o programa de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas com a presença do novo secretário nacional de Políticas sobre Drogas, Vitore Maximiano.

Líder do PT no Senado, Wellington Dias voltou a defender uma posição mais incisiva do Brasil no enfrentamento ao álcool e às drogas. “O álcool é a porta de entrada para o mundo das drogas. E é a droga que mais causa prejuízos à população, devido a ser a mais consumida entre todos os segmentos. O Brasil deve fazer com ele o mesmo que fez com o cigarro”, declarou, reconhecendo com exitosa a campanha realizada nacionalmente sobre o tabagismo.

O senador é autor de dois projetos sobre o tema que tramitam com dificuldade no Senado: o PLS 307/2011, que proíbe a propaganda de bebidas alcoólicas; e o PLS 703/2011 que modifica a definição de bebida alcoólica e proíbe a exposição, a propaganda, a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas em logradouros públicos.

Tratar o alcoolismo como um problema de saúde publica é outra defesa feita pelo senador. Ele acredita que assim como o percentual de colesterol é prejudicial à saúde, o de álcool também o é. “E em alguns casos, defendo até mesmo a internação compulsória. Precisamos enfrentar esse problema e, de forma conjunta, trabalhar as políticas de prevenção e reinserção social dos dependentes”, declarou.

Senad - O secretário nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Vitore Maximiano, defendeu a adoção no país da internação involuntária para pessoas viciadas em drogas, desde que sob indicação de médico especialista.

Com relação à descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, trazida pela Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), o secretário considerou a medida uma grande evolução, que possibilitou enxergar o usuário e dependente sob os olhos da saúde, da assistência social e da ressocialização, e não mais com uma visão repressiva e policial.

Durante a audiência pública, o secretário destacou várias ações da Senad voltadas à prevenção do uso de drogas nas escolas públicas. Ele mencionou curso de capacitação de professores da rede pública do ensino fundamental e médio, desenvolvido em parceria com a Universidade de Brasília, que deverá capacitar 70 mil profissionais na edição a ser encerrada no fim deste mês.

Vitore Maximiano informou também que a Senad tem distribuído milhares de cartilhas e material didático nas escolas públicas, buscando conscientizar os estudantes do ensino básico sobre os riscos do consumo de drogas. Ele se referiu ainda a pesquisa desenvolvida pelo Senad em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) visando estabelecer um quadro completo da situação atual das drogas no país.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Como evitar o consumo de álcool entre menores de idade?

Como evitar o consumo de álcool entre menores de idade?                                                                                             

Aleteia
Mais do que punir os pais quando os filhos abusam do álcool, é preciso oferecer estratégias sociais para resolver o problema

Em média, as pessoas começam a ingerir bebidas alcoólicas aos 13 anos, idade em que o cérebro, o fígado e o pâncreas ainda não estão preparados e são muito vulneráveis, segundo destacou o delegado do governo para o Plano Nacional sobre Drogas, ao apresentar, em Madri (Espanha), uma nova campanha contra o início precoce no consumo de álcool.

Além dos prejuízos físicos, o consumo de álcool afeta negativamente o desenvolvimento mental e emocional dos menores de idade e pode levar ao fracasso escolar, bem como a conflitos na família.

Mas a situação pode mudar, assim como se conseguiu modificar o consumo de cigarro, garante a Confederação Católica de Pais de Família e Pais de Alunos (CONCAPA), em uma nota publicada em 6 de junho.

Para erradicar o consumo de álcool entre menores de idade, a CONCAPA propõe aumentar o investimento na família e na escola, para educar na prevenção, punir os que vendem álcool a menores e facilitar outras maneiras de lazer.

Em suma, trata-se de fazer um grande pacto social para acabar com o problema, cuja solução é muito mais complexa que dificultar o consumo nocivo.

Segundo a CONCAPA, o problema não é só dos jovens e das suas famílias, razão pela qual não basta punir os pais quando são responsáveis pelo descuido dos seus filhos.

"Com relação à sanção aos pais nos casos de situações de intoxicação e coma etílico de menores, é verdade que os pais são sempre os primeiros responsáveis pelos filhos, mas é preciso acompanhar e formar antes de punir, especialmente depois de ter sido privados da autoridade parental por meios legais e sociais", indica a nota.

"Por isso, acreditamos que o primeiro passo será aconselhar e acompanhar a família e, no caso de que isso não seja suficiente, será preciso oferecer medidas punitivas, que podem chegar à revogação da guarda", acrescenta.

Para os jovens maiores de 16 anos, segundo a entidade de pais católicos, "a situação passa pelas punições diretas com conteúdo educativo, como os trabalhos sociais em benefício da comunidade, sem prejuízo para a responsabilidade civil dos progenitores pelos danos que podem ocasionar".

A CONCAPA considera o consumo de álcool entre menores como um verdadeiro problema social sobre o qual é preciso refletir profundamente, de maneira a facilitar os canais de inserção dos adolescentes na comunidade, bem como investir mais na educação, para prevenir o consumo de álcool, cigarro e outras drogas.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Reflexão do dia 14 de Junho

Reflexão do dia 14 de Junho
 
 
quando as coisas ficam difíceis
É um programa de vida que funciona nos momentos difíceis.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS PG. 38
 
 
      Quando vim para A.A., percebi que A.A. funcionava maravilhosamente para me ajudar a ficar sóbrio. Mas poderia funcionar com o problemas reais da vida, não apenas com os problemas com a bebida? Eu tinha minhas duvidas. Após estar sóbrio por mais de dois anos, consegui minha resposta. Perdi meu emprego, desenvolvi problemas físicos, meu pai diabético perdeu uma perna e alguém que eu amava me deixou por outro - e tudo insto aconteceu num período de duas semanas. A realidade me golpeou; mas A.A. estava lá para apoiar, confortar e me fortificar. Os princípios que aprendi nos primeiros dias de sobriedade, tornaram-se o esteio de minha vida, pois não somente superei o que aconteceu, como nunca deixei de ser capaz de ajudar os ingressantes. A.A. me ensinou a não ficar dominado, mas , ao invés disto, aceitar e entender a minha vida como queira que se desdobre.
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Só por hoje 14-06...

Meditação do Dia

Sexta, 14 de Junho de 2013


Manter a nossa fé
"Se diariamente mantivermos a nossa condição espiritual, será mais fácil lidarmos com a dor e a confusão." Texto Básico, p. 106

Quando iniciámos a procura de um Poder superior a nós mesmos, muitos de nós ficaram presos a velhas crenças e ideias. Estas iam desde o medo de um Deus castigador e vingativo, até à ausência total de crença. Alguns de nós sentimos que havíamos feito coisas tão horríveis que um Poder amantíssimo nunca quereria ter algo a ver connosco. Outros convencemo-nos de que as coisas "más" que nos aconteceram nunca se teriam passado se existisse de facto um Poder amantíssimo. Foi preciso tempo, esforço, uma mente aberta, e fé, para adquirirmos uma crença prática num Poder Superior amantíssimo que nos orientasse através dos desafios da vida. Mesmo depois de virmos a acreditar num Poder superior a nós mesmos, as nossas velhas ideias podem voltar ao de cima para nos assolar. Os contratempos nas nossas vidas e as inseguranças por eles criados podem conduzir ao regresso das nossas velhas e inadequadas ideias acerca de Deus. Quando isso acontece, precisamos de nos assegurar de que o nosso Poder Superior não nos abandonou, mas que está à espera para nos ajudar a atravessar os momentos difíceis na nossa recuperação. Não importa quão dolorosas possam ser as nossas perdas, iremos sobreviver aos contratempos e continuar a crescer, se mantivermos a fé que o nosso programa nos deu.

Só por hoje: Tenho-me aplicado a construir a minha fé num Poder Superior amantíssimo e carinhoso, que nos guiará através dos desafios da vida. Hoje vou confiar nesse Poder.
 
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

quinta-feira, 13 de junho de 2013

A escolha

A escolha 

A história do norteamericano Jerry foi trazida a público por seu colega de trabalho, Paul Picchnoff Junior.

Conta ele que seu amigo sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava: Como vai você?, ele prontamente respondia: Vou muito bem!

Jerry era gerente de uma cadeia de restaurantes. Todos os garçons seguiam seu exemplo porque ele era verdadeiramente motivador.

Seu lema era: Toda manhã, ao acordar, penso em que tenho duas escolhas. Viver muito bem o dia ou viver mal. Sempre que acontece algo desagradável, posso escolher ser vítima da situação ou aprender algo com isso. Sempre escolho aprender algo.

Certo dia, ele deixou a porta dos fundos aberta e foi rendido por três assaltantes armados.

Tentando abrir o cofre, sob a mira de armas, ele ficou nervoso e errou a combinação.

Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram.

Socorrido a tempo, depois de dezoito horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital.

Um amigo foi visitá-lo e lhe perguntou o que é que passara por sua mente quando os ladrões invadiram o restaurante.

A primeira coisa que veio à minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos.

Depois, enquanto estava baleado no chão, lembro-me que tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Escolhi viver.

Os paramédicos foram excelentes e ficaram me dizendo que tudo ia dar certo.

Mas, quando cheguei à sala de cirurgia, vi as expressões no rosto dos médicos e das enfermeiras. Em todos eu lia: "Ele é um homem morto."

Fiquei com medo e sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foi então que uma enfermeira perguntou se eu era alérgico.

"Sim", foi a resposta imediata.

Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando pela complementação da resposta.

Respirei fundo e falei: "Sou alérgico a balas."

Enquanto todos riam, eu lhes disse: "Eu estou escolhendo viver. Operem-me como se eu estivesse vivo, e não morto."

Meses depois, apresentando fragmentos de balas pelo corpo e muitas cicatrizes, ele continuava a ser a imagem do otimismo.

Ele sobreviveu, graças à habilidade dos médicos, mas também por sua atitude decidida.

* * *

A vida é a arte de bem escolher. A vida consiste em escolhas.

Quando tiramos todos os detalhes e enxugamos a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas.

Podemos escolher como reagir nas situações.

Podemos escolher estar felizes ou ficar tristes, calmos ou nervosos.

Podemos escolher como as pessoas irão ou não afetar o nosso dia, o nosso humor, a nossa disposição.

Em resumo, a escolha sempre é nossa. Podemos mergulhar em reclamações ou apontar o lado positivo da vida e viver melhor.

A melhor escolha é a de viver em plenitude, viver por completo, aproveitando as lições para crescer.
Fonte: (www.momento.com.br)