domingo, 5 de janeiro de 2014
Consulta Pública para Campanhas Nacionais de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas
Consulta Pública para Campanhas Nacionais de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas
Está em consulta pública na página do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas - OBID (www.obid.gov.br) e do Portal do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br) a minuta de resolução que define diretrizes para Campanhas Nacionais de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas.
A proposta da minuta é resultado do Grupo de Trabalho de Prevenção, apresentado em Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas - CONAD, realizada em 04 de dezembro de 2013.
O Grupo de Trabalho foi coordenado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD e composto por representantes conselheiros do Meio Artístico, Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Educação, Secretaria Nacional de Segurança Pública, Terceiro Setor, Conselhos Estaduais de Políticas sobre Drogas, Conselho Federal de Enfermagem e Conselho Federal de Psicologia.
As contribuições e sugestões serão utilizadas na elaboração da proposta final para submissão e aprovação do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas. As sugestões devem ser encaminhadas até o dia 28 de fevereiro de 2014.
SUGESTÕES
As sugestões podem ser enviadas, por escrito, para a sede o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas - CONAD, em Brasília/DF, no endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco “T”, 2º andar, Sala 208, CEP: 70.064-900 ou pelo e-mail conad@mj.gov.br ou ainda nos sites www.obid.gov.br ou www.mj.gov.br.
Autor:
Fonte: OBID
Reflexão do dia 5 de Janeiro
Reflexão do dia 5 de Janeiro
PRINCÍPIOS, NÃO PERSONALIDADES
A maneira como nossos "valorosos" alcoólicos, algumas vezes, tentam julgar o "menos valorosos", é bastante cômica se refletirmos sobre o fato,. Imagine se você puser, um alcoólico julgando o outro.
* ALCOÓLICOS ANÔNIMOS PG. 37
Quem sou eu para julgar alguém? Quando entrei na Irmandade pela primeira vez, descobri que todos gostavam de mim. Afinal A.A.> estava me ajudando a ter uma melhor maneira de vida sem o álcool. A realidade era que eu não poderia gostar de todos nem eles de mim. A medida que fui crescendo na Irmandade, aprendi a amar todos, apenas ouvindo o que eles tinham a dizer. Essa pessoa lá ou esta aqui pode ser aquela que Deus escolheu para me dar a mensagem de que eu preciso para o dia de hoje. Devo sempre lembrar-me de colocar os princípios acima das personalidades.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
So por hoje 05-01...
Meditação do Dia
Domingo, 05 de Janeiro de 2014
Recuperação em casa
"Conseguimos apreciar as nossas famílias de uma nova forma e podemos tornar-nos uma fonte de alegria para eles, em vez de um fardo ou um embaraço. " Texto Básico, p. 115
A nossa recuperação está brilhante, não está? Vamos a uma reunião todos os dias, passamos todas as noites com os nossos amigos da irmandade, e vamos todos os fins-de-semana a uma reunião de serviço. Mas, se as coisas estiverem a desmoronar-se em casa, é porque se calhar não estamos a ser tão brilhantes assim. Achamos que as nossas famílias devem compreender-nos. Afinal de contas, já não estamos a usar drogas. Porque é que eles não reconhecem os nossos progressos? Não percebem como as nossas reuniões são importantes, ou o nosso serviço, ou o nosso envolvimento com a irmandade? As nossas famílias não vão apreciar a mudança que NA está a produzir nas nossas vidas se nós não lhes mostrarmos. Se sairmos à pressa para ir a uma reunião, tal como saíamos quando íamos usar drogas, o que é que mudou? Se continuarmos a ignorar as necessidades e os desejos dos nossos companheiros e dos nossos filhos, não conseguindo aceitar as nossas responsabilidades em casa, não estaremos a "praticar estes princípios em todas as áreas das nossas vidas." Devemos viver o programa onde quer que estejamos, em tudo o que façamos. Se queremos que a vida espiritual seja mais do que uma teoria, temos de vivê-la em casa. Quando fazemos isso, as pessoas com quem partilhamos as nossas vidas irão certamente notar a nossa mudança e ficarão gratas por termos encontrado NA.
Só por hoje: Vou levar a minha recuperação comigo para casa.
Só por hoje: Vou levar a minha recuperação comigo para casa.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
sábado, 4 de janeiro de 2014
Olhando no Espelho
Olhando no Espelho
Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.
"Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: - "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: - "O que é que há com ele?"
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse: - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" O dono da loja respondeu: -"Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: - "Eu não quero que você o dê para mim.
Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total."
O dono da loja contestou: - "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: - "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."
Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou pior que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.
Fonte:(Autorizado por www.netmarkt.com.br)
"Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: - "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: - "O que é que há com ele?"
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse: - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" O dono da loja respondeu: -"Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: - "Eu não quero que você o dê para mim.
Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total."
O dono da loja contestou: - "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: - "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."
Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou pior que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.
Fonte:(Autorizado por www.netmarkt.com.br)
ANVISA defende embalagens genéricas para cigarros
ANVISA defende embalagens genéricas para cigarros
Às voltas para implementar a decisão de banir os sabores artificiais do tabaco, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete entrar em nova polêmica: vai defender embalagens genéricas para os cigarros. Por esse modelo, os maços não têm cores, símbolos ou marcas que diferenciem um produto do outro – em formato-padrão, carregam apenas os nomes do fabricante e do produto e grandes imagens com advertências à saúde.
Com tal política, pretende-se reduzir a atratividade e eliminar o caráter de publicidade que os maços possam ter .Essa padronização foi instituída pela Austrália há um ano de forma inédita e sob aplausos da OMS (Organização Mundial da Saúde) e já é estudada por outros governos, sobretudo europeus. "Esse é o próximo passo que o Brasil precisa dar. A Anvisa vai mover esforços técnicos para demonstrar o benefício de uma medida como essa e esforços políticos para que o país faça a discussão", afirmou em entrevista à Folha Dirceu Barbano, diretor-presidente da agência. Segundo ele, a ideia é defender a proposta em fóruns nacionais e internacionais de que a Anvisa participa, realizar estudos que mostrem a eficácia dos maços genéricos e mobilizar forças no Congresso Nacional, onde a mudança da lei para instituir as novas embalagens deveria ser aprovada.Barbano argumenta que, como o país teve uma queda significativa no percentual de fumantes –quase 50% em 20 anos–, as próximas medidas no combate ao tabagismo precisam ser mais ousadas.
IMPACTO
Pesquisa feita na Austrália, poucos meses após a implementação dos maços genéricos, aponta para a redução na atratividade do cigarro e o aumento no desejo de deixar o vício. Não foram divulgados até aqui, porém, estudos que revelem os impactos concretos dessa medida.
A indústria do tabaco, que tentou barrar as embalagens genéricas australianas na Justiça e em fóruns internacionais, sustenta que a medida não terá os impactos esperados, mas pode ampliar a presença de cigarros do mercado negro no país. No Brasil, a proposta vinha sendo discutida só entre especialistas. Um projeto de lei a favor das embalagens genéricas chegou a ser proposto no Congresso em 2012, mas não avançou e foi retirado.
Autor:
OBID Fonte: Adaptado de Folha.com
Às voltas para implementar a decisão de banir os sabores artificiais do tabaco, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete entrar em nova polêmica: vai defender embalagens genéricas para os cigarros. Por esse modelo, os maços não têm cores, símbolos ou marcas que diferenciem um produto do outro – em formato-padrão, carregam apenas os nomes do fabricante e do produto e grandes imagens com advertências à saúde.
Com tal política, pretende-se reduzir a atratividade e eliminar o caráter de publicidade que os maços possam ter .Essa padronização foi instituída pela Austrália há um ano de forma inédita e sob aplausos da OMS (Organização Mundial da Saúde) e já é estudada por outros governos, sobretudo europeus. "Esse é o próximo passo que o Brasil precisa dar. A Anvisa vai mover esforços técnicos para demonstrar o benefício de uma medida como essa e esforços políticos para que o país faça a discussão", afirmou em entrevista à Folha Dirceu Barbano, diretor-presidente da agência. Segundo ele, a ideia é defender a proposta em fóruns nacionais e internacionais de que a Anvisa participa, realizar estudos que mostrem a eficácia dos maços genéricos e mobilizar forças no Congresso Nacional, onde a mudança da lei para instituir as novas embalagens deveria ser aprovada.Barbano argumenta que, como o país teve uma queda significativa no percentual de fumantes –quase 50% em 20 anos–, as próximas medidas no combate ao tabagismo precisam ser mais ousadas.
IMPACTO
Pesquisa feita na Austrália, poucos meses após a implementação dos maços genéricos, aponta para a redução na atratividade do cigarro e o aumento no desejo de deixar o vício. Não foram divulgados até aqui, porém, estudos que revelem os impactos concretos dessa medida.
A indústria do tabaco, que tentou barrar as embalagens genéricas australianas na Justiça e em fóruns internacionais, sustenta que a medida não terá os impactos esperados, mas pode ampliar a presença de cigarros do mercado negro no país. No Brasil, a proposta vinha sendo discutida só entre especialistas. Um projeto de lei a favor das embalagens genéricas chegou a ser proposto no Congresso em 2012, mas não avançou e foi retirado.
Autor:
OBID Fonte: Adaptado de Folha.com
Parar de fumar sem ajuda de especialista é mais difícil, indica pesquisa
Parar de fumar sem ajuda de especialista é mais difícil, indica pesquisa
Estudo realizado na Inglaterra indica que aqueles que querem parar de fumar têm três vezes mais chances de conseguirem se procurarem a ajuda de um profissional treinado do que se tentaram sozinhos. Essa constatação foi publicada no jornal médico Addiction. Preocupantemente, a mera compra de adesivos de nicotina, chiclete ou outros produtos licenciados de lojas não parece melhorar as chances de parar de fumar.
Este é o primeiro estudo que utilizou dados de pesquisa populacionais amplos o suficiente para revelar a efetividade real de usar os serviços de combate ao tabagismo do Serviço Nacional de Saúde (NHS, do original, em Inglês) comparados com o abandono do hábito de fumar sem ajuda.
O estudo usa dados de um amplo programa de pesquisa do Reino Unido (o Kit de estudos do fumo – veja http://www.smokinginengland.info/) que tem observado fumantes e recentes ex-fumantes desde 2007. A pesquisa publicou no Addiction análises de respostas de questionários de mais de 10 mil pessoas na Inglaterra que tentaram parar de fumar nos doze meses anteriores, para descobrir quais métodos de parar tiveram as maiores taxas de sucesso.
A pesquisa mostra que não somente os serviços para parar de fumar são a melhor aposta dos fumantes para atingir resultados, mas também que fumantes podem não estar sabendo utilizar da melhor maneira substitutos terapêuticos da nicotina vendidos em balcões de farmácia. Os pesquisadores estimam que fumantes que juntam apoio de especialistas comportamentais e remédios que ajudam a parar de fumar ou produtos de nicotina em suas tentativas de parar têm aproximadamente três vezes mais chances de terem sucesso do que aqueles que param de fumar sem nenhuma ajuda. Mas, por outro lado, fumantes que compram substitutos terapêuticos de nicotina sem a ajuda de um profissional de saúde têm chances similares de sucesso com relação àqueles que param sem nenhuma ajuda. Isso é particularmente relevante num momento em que o número de pessoas que usam serviços para parar de fumar está caindo, e milhões de fumantes vêm comprando substitutos terapêuticos de nicotina de balcão de farmácia a cada ano.
O professor Robert West, da Universidade College London, que liderou o time de pesquisadores, disse: “Quando você pensa que parar de fumar salva seis horas de vida para cada dia que não se fuma, investir uma hora ou duas em um período de seis semanas para consultar um especialista em parar de fumar do NHS parece um bom investimento. Eles podem fornecer remédios mais baratos do que os disponíveis nas farmácias e aconselhar sobre como usá-los da maneira correta. É impressionante que nem todos os fumantes que querem parar de fumar o façam. Com relação aos produtos de nicotina comprados em lojas, há uma necessidade urgente de entender o que está acontecendo, porque nós sabemos que se esses produtos forem usados da maneira correta, eles podem trazer resultados”.
Autor:
OBID Fonte: Traduzido e adaptado de Medical News Today
Estudo realizado na Inglaterra indica que aqueles que querem parar de fumar têm três vezes mais chances de conseguirem se procurarem a ajuda de um profissional treinado do que se tentaram sozinhos. Essa constatação foi publicada no jornal médico Addiction. Preocupantemente, a mera compra de adesivos de nicotina, chiclete ou outros produtos licenciados de lojas não parece melhorar as chances de parar de fumar.
Este é o primeiro estudo que utilizou dados de pesquisa populacionais amplos o suficiente para revelar a efetividade real de usar os serviços de combate ao tabagismo do Serviço Nacional de Saúde (NHS, do original, em Inglês) comparados com o abandono do hábito de fumar sem ajuda.
O estudo usa dados de um amplo programa de pesquisa do Reino Unido (o Kit de estudos do fumo – veja http://www.smokinginengland.info/) que tem observado fumantes e recentes ex-fumantes desde 2007. A pesquisa publicou no Addiction análises de respostas de questionários de mais de 10 mil pessoas na Inglaterra que tentaram parar de fumar nos doze meses anteriores, para descobrir quais métodos de parar tiveram as maiores taxas de sucesso.
A pesquisa mostra que não somente os serviços para parar de fumar são a melhor aposta dos fumantes para atingir resultados, mas também que fumantes podem não estar sabendo utilizar da melhor maneira substitutos terapêuticos da nicotina vendidos em balcões de farmácia. Os pesquisadores estimam que fumantes que juntam apoio de especialistas comportamentais e remédios que ajudam a parar de fumar ou produtos de nicotina em suas tentativas de parar têm aproximadamente três vezes mais chances de terem sucesso do que aqueles que param de fumar sem nenhuma ajuda. Mas, por outro lado, fumantes que compram substitutos terapêuticos de nicotina sem a ajuda de um profissional de saúde têm chances similares de sucesso com relação àqueles que param sem nenhuma ajuda. Isso é particularmente relevante num momento em que o número de pessoas que usam serviços para parar de fumar está caindo, e milhões de fumantes vêm comprando substitutos terapêuticos de nicotina de balcão de farmácia a cada ano.
O professor Robert West, da Universidade College London, que liderou o time de pesquisadores, disse: “Quando você pensa que parar de fumar salva seis horas de vida para cada dia que não se fuma, investir uma hora ou duas em um período de seis semanas para consultar um especialista em parar de fumar do NHS parece um bom investimento. Eles podem fornecer remédios mais baratos do que os disponíveis nas farmácias e aconselhar sobre como usá-los da maneira correta. É impressionante que nem todos os fumantes que querem parar de fumar o façam. Com relação aos produtos de nicotina comprados em lojas, há uma necessidade urgente de entender o que está acontecendo, porque nós sabemos que se esses produtos forem usados da maneira correta, eles podem trazer resultados”.
Autor:
OBID Fonte: Traduzido e adaptado de Medical News Today
Reflexão diária 04 janeiro
Reflexão diária 04 janeiro
COMECE ONDE VOCÊ ESTÁ
Sentimos que a eliminação de nossas bebedeiras é apenas um começo.
Bem mais importante é a demonstração de nossos princípios em nossos lares, ocupações e outros assuntos.
Bem mais importante é a demonstração de nossos princípios em nossos lares, ocupações e outros assuntos.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, pp. 42, 43
Normalmente é fácil para mim ser agradável com as pessoas no cenário de A. A.. Enquanto trabalho para permanecer sóbrio, celebro com meus companheiros de A. A. nossa libertação comum do inferno da bebida. Freqüentemente não é difícil espalhar alegres notícias para meus velhos e novos amigos no programa.
Porém, em casa ou no trabalho, a história pode ser diferente. É nessas duas situações que tornam-se mais evidentes as pequenas frustrações do dia-a-dia; onde pode ser difícil sorrir ou dar uma palavra amável ou um ouvido atento. É fora das salas de A. A. que encaro o teste real da eficiência de minha caminhada através dos Doze Passos de A. A.
Força, fé e esperança,
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