REFLEXÃO DIÁRIA - 15 DE MARÇO
A IDÉIA DE DEUS
Quando vimos os outros resolverem seus problemas através de uma simples
confiança no Espírito do Universo, tivemos que deixar de continuar
duvidando do poder de Deus. Nossas idéias eram ineficazes. Porém, a
idéia de Deus surtia efeito.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 74
Como um homem cego recuperando gradualmente a visão, lentamente tateei o
meu caminho no Terceiro Passo. Percebendo que somente um Poder Superior
a mim mesmo poderia me socorrer do abismo sem esperança onde eu estava,
soube que este era um Poder em que eu tinha que me agarrar e que seria
minha âncora no meio de um mar de desgraças. Muito embora minha fé
naquela hora fosse minúscula, foi grande o bastante para me fazer ver
que era hora de me livrar de minha confiança no meu orgulhoso ego, e
colocá-la na fortaleza segura que somente pode vir de um Poder Superior a
mim mesmo.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
sexta-feira, 15 de março de 2013
Mito e Fato
1)Mito e Fato
Mito: O alcoolista é uma pessoa fraca e irresponsável.
Fato: O alcoolismo é uma doença crônica que compreende os seguintes sintomas: desejo incontrolável de beber, perda de controle (não conseguir parar de beber depois da pessoa ter começado), dependência física (sintomas físicos como sudorese, tremedeira e ansiedade quando a pessoa está sem o álcool) e tolerância (a pessoa com o tempo passa a precisar de doses maiores de álcool). A dependência de álcool não está associada ao caráter do indivíduo e muito dos problemas que ele apresenta são decorrentes da própria doença.
Fonte: National Istitute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA)
http://www.niaaa.nih.gov/FAQs/General-English/FAQ2.htm
2)O que é tolerância à drogas?
A tolerância acontece quando o organismo acaba por se acostumar ou fica tolerante à droga, ou seja, a droga faz a cada dia menos efeito. Assim para se obter o que se deseja, é preciso ir aumentando cada vez mais as doses.
Autor: Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas - CEBRID/UNIFESP
Fonte:http://www.adolec.br/adolecfaq/index.php?action=artikel&cat=2&id=136&artlang=pt-br
3)Ouvi dizer que existem tipos de usuários/as de drogas. O que é isso?
A UNESCO, um órgão ligado à ONU (Organização das Nações Unidas), que trabalha com educação e cultura, distingue quatro tipos de usuários de drogas:
experimentador – é aquele que experimenta alguma droga para saber como é que é o efeito, por que deseja ter novas experiências, porque o grupo pressiona, por conta da publicidade que se faz, etc. Na grande maioria dos casos, o contato com a substância não passa das primeiras experiências;
ocasional – é aquele que utiliza de uma ou outra droga, só de vez em quando. Nesse caso, não existe a dependência e a relação com as pessoas continua normalmente.
habitual - é quando se utiliza freqüentemente de drogas e em suas relações pessoais e profissionais já começam a aparecer problemas. Já está correndo riscos de ficar dependente e seria importante que já procurasse por algum tipo de ajuda.
dependente – é aquele que vive pela droga e para a droga, quase exclusivamente. Como seus vínculos com as pessoas já está muito ruim, passa, muitas vezes, a ser isolado e marginalizado.
Autor: Comunicação em Sexualidade - ECOS
Fonte:http://www.adolec.br/adolecfaq/index.php?action=artikel&cat=2&id=90&artlang=pt-br
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Mito: O alcoolista é uma pessoa fraca e irresponsável.
Fato: O alcoolismo é uma doença crônica que compreende os seguintes sintomas: desejo incontrolável de beber, perda de controle (não conseguir parar de beber depois da pessoa ter começado), dependência física (sintomas físicos como sudorese, tremedeira e ansiedade quando a pessoa está sem o álcool) e tolerância (a pessoa com o tempo passa a precisar de doses maiores de álcool). A dependência de álcool não está associada ao caráter do indivíduo e muito dos problemas que ele apresenta são decorrentes da própria doença.
Fonte: National Istitute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA)
http://www.niaaa.nih.gov/FAQs/General-English/FAQ2.htm
2)O que é tolerância à drogas?
A tolerância acontece quando o organismo acaba por se acostumar ou fica tolerante à droga, ou seja, a droga faz a cada dia menos efeito. Assim para se obter o que se deseja, é preciso ir aumentando cada vez mais as doses.
Autor: Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas - CEBRID/UNIFESP
Fonte:http://www.adolec.br/adolecfaq/index.php?action=artikel&cat=2&id=136&artlang=pt-br
3)Ouvi dizer que existem tipos de usuários/as de drogas. O que é isso?
A UNESCO, um órgão ligado à ONU (Organização das Nações Unidas), que trabalha com educação e cultura, distingue quatro tipos de usuários de drogas:
experimentador – é aquele que experimenta alguma droga para saber como é que é o efeito, por que deseja ter novas experiências, porque o grupo pressiona, por conta da publicidade que se faz, etc. Na grande maioria dos casos, o contato com a substância não passa das primeiras experiências;
ocasional – é aquele que utiliza de uma ou outra droga, só de vez em quando. Nesse caso, não existe a dependência e a relação com as pessoas continua normalmente.
habitual - é quando se utiliza freqüentemente de drogas e em suas relações pessoais e profissionais já começam a aparecer problemas. Já está correndo riscos de ficar dependente e seria importante que já procurasse por algum tipo de ajuda.
dependente – é aquele que vive pela droga e para a droga, quase exclusivamente. Como seus vínculos com as pessoas já está muito ruim, passa, muitas vezes, a ser isolado e marginalizado.
Autor: Comunicação em Sexualidade - ECOS
Fonte:http://www.adolec.br/adolecfaq/index.php?action=artikel&cat=2&id=90&artlang=pt-br
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Frases para seu dia!!!!
... "Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente. "(William Shakespeare)
... "Se compreendêssemos, nunca mais poderíamos julgar."(André Malraux)
... "As feridas da alma são curadas com carinho, atenção e paz."(Machado de Assis)
... "O melhor modo de encontrar a si mesmo é se perder servindo aos outros."(Mahatma Gandhi) Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Secretarias se unem no combate às drogas
Secretarias se unem no combate às drogas
Prefeitura Municipal de Curitiba
Oferecer formação continuada aos servidores que atuam nas linhas de frente do município nas áreas de prevenção e tratamento, como professores e profissionais da saúde, foi uma das ações propostas na tarde desta segunda-feira (11) pelo Comitê Gestor da Política Pública sobre Drogas. A reunião foi realizada na sede da Secretaria Municipal da Defesa Social.
Além de representantes das secretarias Antidrogas e da Defesa Social, o comitê conta com a participação de profissionais das áreas de Ação Social, Saúde e Educação, além de Esportes, Mulher, Cultura e Comunicação. “O assunto é multidisciplinar, daí a necessidade de envolver diversos organismos públicos”, afirma o diretor do departamento de Prevenção e Reinserção Social da Secretaria Antidrogas Municipal (SAM), Diogo Busse.
“Até hoje, cada secretaria fazia ações isoladas, não havia uma articulação sobre isso no município”, comenta Busse. Gerenciar ações conjuntas entre as secretarias será um dos papeis do comitê, que tem como foco principal de trabalho fortalecer o tripé: prevenção, tratamento e reinserção.
“Neste momento, estamos traçando o diagnóstico da dependência química em Curitiba”, explica Busse. Segundo ele, até 2010 havia uma concentração do problema na área central, mas hoje o consumo, especialmente de crack, está disseminado pelas regiões periféricas da cidade. “O que é muito preocupante”, diz o diretor.
A partir do diagnóstico, o plano municipal de políticas públicas sobre drogas será efetivamente estabelecido. Embora várias ações já estejam sendo executadas, o pacote de políticas públicas para a área será lançado em 26 de junho, Dia Mundial do Combate às Drogas.
“As drogas, em especial o crack, são hoje a origem da maioria dos problemas existentes na sociedade, o que vai da saúde pública à educação e segurança”, comenta a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet. “Por isso o seu combate e prevenção é nossa prioridade máxima”, completou.
Também participaram da reunião a Secretaria Municipal da Educação, Roberlayne Roballo, o diretor de assistência à saúde da Secretaria Municipal da Saúde, Marcelo Kimati e o superintendente da Secretaria Municipal da Defesa Social, Osires Pontoni Klamas, entre outras autoridades.
Informação
Além de ações na área de prevenção às drogas, os participantes do comitê discutiram a criação de um padrão de atendimento e de um fluxo informacional em relação a cada usuário atendido, o que ainda não existe no município. “Isso inclui um acompanhamento pós das pessoas atendidas, com foco na reinserção”, explica Busse.
Na área de prevenção, terão continuidade ações como o Papo Legal, que durante o ano letivo percorre as escolas de Curitiba com palestras de prevenção, e a Caravana do Bem. “Esses programas estão passando por uma readequação para melhor atender as necessidades do município, mas serão mantidos”, informa Busse.
Para fortalecer o enfrentamento às drogas, o comitê tem ainda propostas de aumentar a oferta de opções de esporte e lazer às crianças e adolescentes, através de uma integração maior das ações da Antidrogas com a Fundação Cultural de Curitiba e com a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Smelj).
Segundo Busse, os projetos Mães Contra o Crack e Prevenção às Drogas na Rede Municipal de Ensino, ambos com recursos do governo federal garantidos, também farão parte do cronograma de ações imediatas. “Eles terão início efetivamente agora”, afirma Busse.
Com recursos da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas, o Mães Contra o Crack prevê a ação de 100 mães em toda a cidade, sendo dez por regional, incluindo a região do Tatuquara. As mulheres atuam como multiplicadoras na prevenção ao uso do crack e no encaminhamento dos dependentes ao tratamento e a programas de apoio da Prefeitura.
A partir da seleção, a Antidrogas capacita as mulheres para que reconheçam o problema, saibam o que é a droga e os efeitos dela e a forma de abordagem. O conteúdo segue o curso da secretaria de formação de multiplicadores. Após o treinamento, as mães selecionadas vão atuar junto a comunidades de risco da cidade.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Frça, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Prefeitura Municipal de Curitiba
Oferecer formação continuada aos servidores que atuam nas linhas de frente do município nas áreas de prevenção e tratamento, como professores e profissionais da saúde, foi uma das ações propostas na tarde desta segunda-feira (11) pelo Comitê Gestor da Política Pública sobre Drogas. A reunião foi realizada na sede da Secretaria Municipal da Defesa Social.
Além de representantes das secretarias Antidrogas e da Defesa Social, o comitê conta com a participação de profissionais das áreas de Ação Social, Saúde e Educação, além de Esportes, Mulher, Cultura e Comunicação. “O assunto é multidisciplinar, daí a necessidade de envolver diversos organismos públicos”, afirma o diretor do departamento de Prevenção e Reinserção Social da Secretaria Antidrogas Municipal (SAM), Diogo Busse.
“Até hoje, cada secretaria fazia ações isoladas, não havia uma articulação sobre isso no município”, comenta Busse. Gerenciar ações conjuntas entre as secretarias será um dos papeis do comitê, que tem como foco principal de trabalho fortalecer o tripé: prevenção, tratamento e reinserção.
“Neste momento, estamos traçando o diagnóstico da dependência química em Curitiba”, explica Busse. Segundo ele, até 2010 havia uma concentração do problema na área central, mas hoje o consumo, especialmente de crack, está disseminado pelas regiões periféricas da cidade. “O que é muito preocupante”, diz o diretor.
A partir do diagnóstico, o plano municipal de políticas públicas sobre drogas será efetivamente estabelecido. Embora várias ações já estejam sendo executadas, o pacote de políticas públicas para a área será lançado em 26 de junho, Dia Mundial do Combate às Drogas.
“As drogas, em especial o crack, são hoje a origem da maioria dos problemas existentes na sociedade, o que vai da saúde pública à educação e segurança”, comenta a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet. “Por isso o seu combate e prevenção é nossa prioridade máxima”, completou.
Também participaram da reunião a Secretaria Municipal da Educação, Roberlayne Roballo, o diretor de assistência à saúde da Secretaria Municipal da Saúde, Marcelo Kimati e o superintendente da Secretaria Municipal da Defesa Social, Osires Pontoni Klamas, entre outras autoridades.
Informação
Além de ações na área de prevenção às drogas, os participantes do comitê discutiram a criação de um padrão de atendimento e de um fluxo informacional em relação a cada usuário atendido, o que ainda não existe no município. “Isso inclui um acompanhamento pós das pessoas atendidas, com foco na reinserção”, explica Busse.
Na área de prevenção, terão continuidade ações como o Papo Legal, que durante o ano letivo percorre as escolas de Curitiba com palestras de prevenção, e a Caravana do Bem. “Esses programas estão passando por uma readequação para melhor atender as necessidades do município, mas serão mantidos”, informa Busse.
Para fortalecer o enfrentamento às drogas, o comitê tem ainda propostas de aumentar a oferta de opções de esporte e lazer às crianças e adolescentes, através de uma integração maior das ações da Antidrogas com a Fundação Cultural de Curitiba e com a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Smelj).
Segundo Busse, os projetos Mães Contra o Crack e Prevenção às Drogas na Rede Municipal de Ensino, ambos com recursos do governo federal garantidos, também farão parte do cronograma de ações imediatas. “Eles terão início efetivamente agora”, afirma Busse.
Com recursos da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas, o Mães Contra o Crack prevê a ação de 100 mães em toda a cidade, sendo dez por regional, incluindo a região do Tatuquara. As mulheres atuam como multiplicadoras na prevenção ao uso do crack e no encaminhamento dos dependentes ao tratamento e a programas de apoio da Prefeitura.
A partir da seleção, a Antidrogas capacita as mulheres para que reconheçam o problema, saibam o que é a droga e os efeitos dela e a forma de abordagem. O conteúdo segue o curso da secretaria de formação de multiplicadores. Após o treinamento, as mães selecionadas vão atuar junto a comunidades de risco da cidade.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Frça, fé e esperança,
Clayton Bernardes
sÓ POR HOJE 15-03...
Meditação do Dia
Sexta, 15 de Março de 2013
Sentirmo-nos "parte de"
"Os momentos em que estamos juntos depois das reuniões são boas oportunidades para partilharmos coisas que não chegámos a falar durante a reunião." Texto Básico, p. 11O
A adicção activa afastou-nos da sociedade, isolando-nos. O medo
estava no centro dessa alienação. Acreditávamos que, se deixássemos que
os outros nos conhecessem, eles iriam apenas descobrir o quão
horrivelmente mesquinhos nós éramos. A rendição estaria apenas a um
curto passo de distância. Quando vamos à nossa primeira reunião de NA,
costumamos ser impressionados com a familiaridade e a amizade que vemos
serem partilhadas por outros adictos em recuperação.
Também nós podemos rapidamente tornar-nos parte desta irmandade, se ,
permitirmos a nós mesmos. Uma forma de começar é indo com os outros até
ao café depois da reunião. Nestes encontros podemos deitar abaixo os
muros que nos separam dos outros e descobrir coisas sobre nós próprios e
sobre outros membros de NA. Ao falarmos com outra pessoa, podemos por
vezes revelar coisas de que nos sentíamos relutantes partilhar perante
um grupo. Em muitos desses encontros depois das reuniões aprendemos a
falar de coisas sem importância, mas também aprendemos a forjar amizades
sólidas e profundas.
Com os nossos novos amigos de NA já não precisamos mais de viver vidas
de isolamento. Podemos tornar-nos uma parte de um todo maior, a
Irmandade de Narcóticos Anónimos.
Só por hoje: Vou libertar-me do isolamento. Vou esforçar-me por sentir que faço parte da Irmandade de NA.
Só por hoje: Vou libertar-me do isolamento. Vou esforçar-me por sentir que faço parte da Irmandade de NA.
Força, fé e espernça,
Clayton Bernardes
quinta-feira, 14 de março de 2013
REFLEXÃO DIÁRIA - 14 DE MARÇO
REFLEXÃO DIÁRIA - 14 DE MARÇO
A PEDRA ANGULAR
Ele é o Pai e nós somos os Seus filhos. Na maioria das vezes, as boas idéias são simples, e este conceito passou a ser a pedra angular do novo arco do triunfo, através do qual passamos à liberdade.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 83
A pedra angular é a peça cunhada na parte mais alta de um arco que prende as outras peças no lugar. As "outras peças" são os Passos Um, Dois e Quatro até o Décimo Segundo.
Neste sentido isto soa como se o Terceiro Passo, fosse o passo mais importante, que os outros onze dependem do Terceiro para suporte. Na realidade porém, o Terceiro Passo é apenas um dos doze. Ele é a pedra angular, mas sem as outras onze pedras para construir a base e os lados, com ou sem a pedra angular, simplesmente não haverá arco. Através do trabalho diário de todos os Doze Passos, encontro este arco do triunfo esperando que eu passe através dele para outro dia de liberdade.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Quais os riscos do lança-perfume?
1)Quais os riscos do lança-perfume?
O lança-perfume é uma mistura de eter, clorofórmio, cloreto de etila (cloretila) e essência perfumada, embalada de forma líquida e pressurizada. Seu uso era praticamente restrito ao Carnaval, durante o qual as pessoas brincavam de esguichá-lo nos outros, provocando uma sensação de "geladinho".
Com o tempo, passou-se a utilizar o lança-perfume para inalar, geralmente embebido em um lenço, aspirando-o pela boca ou pelo nariz para obter uma certa euforia, excitação ou alucinação.
O efeito esperado de euforia, no entanto, geralmente dá lugar a uma fase de depressão do cérebro, na qual a pessoa passa a ficar desorientada, confusa e pode perder o autocontrole e os reflexos e entrar em processos alucinatórios. Os riscos nesse período referem-se à possibilidade da pessoa adotar comportamentos arriscados e indesejados e, sobretudo, à evolução para a perda de consciência, queda de pressão, surtos de convulsão, podendo levar à entrada em coma e à morte.
Embora os efeitos do uso de uma substância psicotrópica, como o lança-perfume, dependam sempre da sensibilidade da pessoa, da dose consumida, e da circunstância em que o faz, os inalantes e os solventes, quando aspirados, apresentam, mesmo num uso eventual, um sério risco de provocar uma parada cardíaca, pois atuam diretamente no cérebro e sobrecarregam o coração.
O uso crônico de solventes e inalantes pode levar à destruição de neurônios causando lesões irreversíveis no cérebro. Além disso, a aspiração repetida pode levar as pessoas a apresentarem-se apáticas, com dificuldade de concentração e com déficit de memória.
Devido ao uso abusivo do lança-perfume e aos efeitos bastante arriscados que provoca, ele foi proibido no Brasil a partir da década de 60. Hoje sua produção, comercialização e consumo são ilegais. Este fator acarreta um risco a mais, pois com a falta de controle, o produto pode conter substâncias desconhecidas e causar maiores danos à saúde do usuário.
O lança-perfume é uma mistura de eter, clorofórmio, cloreto de etila (cloretila) e essência perfumada, embalada de forma líquida e pressurizada. Seu uso era praticamente restrito ao Carnaval, durante o qual as pessoas brincavam de esguichá-lo nos outros, provocando uma sensação de "geladinho".
Com o tempo, passou-se a utilizar o lança-perfume para inalar, geralmente embebido em um lenço, aspirando-o pela boca ou pelo nariz para obter uma certa euforia, excitação ou alucinação.
O efeito esperado de euforia, no entanto, geralmente dá lugar a uma fase de depressão do cérebro, na qual a pessoa passa a ficar desorientada, confusa e pode perder o autocontrole e os reflexos e entrar em processos alucinatórios. Os riscos nesse período referem-se à possibilidade da pessoa adotar comportamentos arriscados e indesejados e, sobretudo, à evolução para a perda de consciência, queda de pressão, surtos de convulsão, podendo levar à entrada em coma e à morte.
Embora os efeitos do uso de uma substância psicotrópica, como o lança-perfume, dependam sempre da sensibilidade da pessoa, da dose consumida, e da circunstância em que o faz, os inalantes e os solventes, quando aspirados, apresentam, mesmo num uso eventual, um sério risco de provocar uma parada cardíaca, pois atuam diretamente no cérebro e sobrecarregam o coração.
O uso crônico de solventes e inalantes pode levar à destruição de neurônios causando lesões irreversíveis no cérebro. Além disso, a aspiração repetida pode levar as pessoas a apresentarem-se apáticas, com dificuldade de concentração e com déficit de memória.
Devido ao uso abusivo do lança-perfume e aos efeitos bastante arriscados que provoca, ele foi proibido no Brasil a partir da década de 60. Hoje sua produção, comercialização e consumo são ilegais. Este fator acarreta um risco a mais, pois com a falta de controle, o produto pode conter substâncias desconhecidas e causar maiores danos à saúde do usuário.
Fonte:Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
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