domingo, 7 de abril de 2013

Postura clara dos pais contra o fumo ajuda a afastar jovem da dependência

Postura clara dos pais contra o fumo ajuda a afastar jovem da dependência 

A busca das pessoas por uma vida mais saudável e as políticas públicas de restrição ao tabaco têm contribuído para a diminuição do número de fumantes no Brasil.

"Segundo dados do Ministério da Saúde, o percentual de pessoas que fumam passou de 16,2% em 2006 para 14,8% em 2011. Mesmo que hoje o país tenha 85% de sua população não fumante, ainda assim contabiliza 25 milhões de fumantes", afirma o pneumologista José Roberto Jardim, especialista em tabagismo da Escola Paulista de Medicina.

Por falta de estudos com adolescentes, não é possível afirmar que a tendência de queda também acontece com esse público, considerado mais sensível aos apelos do cigarro. "O adolescente é um indivíduo em fase de afirmação como elemento social e isso o torna vulnerável, inclusive a algumas campanhas publicitárias mais espertas", declara José Roberto Cardoso, médico especialista em medicina comportamental e membro do Núcleo de Práticas Integrativas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Segundo Cardoso, a "influência cruzada" é outro fator que pode levar o jovem a fumar. "Aqueles que tendem a usar álcool, praticar pouca ou nenhuma atividade física, entre outros comportamentos, são também aqueles que tendem ao tabagismo." De acordo com o especialista, é por isso que se tornam relevantes as políticas de educação e de apoio social aos adolescentes.

Tipo de fumante
Para Cardoso, ao constatar que o adolescente fuma, é preciso diferenciar se ele é um usuário eventual de cigarro ou um tabagista. De maneira geral, o tabagismo é caracterizado pelo uso contínuo de fumo durante um mês ou mais; pelas tentativas fracassadas para abandonar o fumo ou diminuir a quantidade de cigarros consumidos; pelo aparecimento de síndrome de abstinência após uma tentativa de deixar de fumar e pela persistência do uso, apesar de distúrbios físicos que ameaçam a vida e que se sabe serem potencializados pelo hábito.

"No caso de uso eventual, o adolescente pode parar de fumar por conta própria e bastaria conversar com calma e apresentar os perigos do cigarro. Porém, quando instalado o tabagismo, existe um cenário mais complicado. Os pais, então, precisam ser solidários, pacientes e tratar do caso como se trata de outra dependência qualquer, buscando ajuda profissional quando necessário", diz Cardoso.

Para a psicóloga Rosangela Vicente, coordenadora do Prevfumo, programa ligado à disciplina de pneumologia da Unifesp, caso o adolescente tenha começado a fumar, os pais devem evitar ameaças ou ultimatos. "Tente descobrir por que seu filho fuma e discuta formas de ajudá-lo", afirma a especialista.

Saúde em xeque
Para convencer o jovem a não experimentar o cigarro ou a parar de fumar, provavelmente, não bastará apenas falar das consequências do fumo para sua saúde, mas de qualquer forma é importante colocar para ele o impacto negativo que o hábito pode vir a ter em sua vida adulta. "Existem 53 doenças associadas ao tabaco, como câncer de pulmão, câncer na laringe e aneurisma na aorta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de cada duas pessoas que fumam, uma vai morrer com alguma doença associada ao cigarro", fala o pneumologista José Roberto Jardim.
Autor:
OBID Fonte: UOL

Só por hoje 07-04...

Meditação do Dia

Domingo, 07 de Abril de 2013


O valor do passado
"Esta experiência directa, em todas as fases da doença e da recuperação, tem um valor terapêutico sem igual. Estamos aqui para partilhá-la livremente com qualquer adicto que queira recuperar" Texto Básico, p. 11

A maioria de nós chegou ao programa com alguns grandes arrependimentos. Ou porque nunca chegámos a acabar o liceu, ou porque não tirámos um curso. Ou porque destruímos amizades e casamentos. Ou porque perdemos empregos. E sabíamos que não podíamos alterar nada disso. Poderemos ter julgado que iríamos viver sempre arrependidos e que teríamos simplesmente de aceitar isso. Pelo contrário, descobrimos que o nosso passado constitui uma fonte inesgotável quando somos chamados pela primeira vez a partilhá-lo com o recém-chegado em luta consigo mesmo. Quando ouvimos alguém partilhar connosco o seu Quinto Passo, podemos dar um conforto especial que mais ninguém consegue - a nossa própria experiência. Fizemos as mesmas coisas. Tivemos os mesmos sentimentos de vergonha e de remorso. Sofremos como só um adicto pode sofrer. Podemos identificar-nos - e eles também. O nosso passado é valioso - ele, de facto, não tem preço - pois podemos utilizá-lo para ajudar o adicto que ainda sofre. O nosso Poder Superior pode agir através de nós quando partilhamos o nosso passado. É possivelmente por isso que estamos aqui, e torna-se o objectivo mais importante que podemos alcançar.

Só por hoje: Não estou mais arrependido do meu passado pois, com ele, posso partilhar com outros adictos, evitando talvez a dor, ou mesmo a morte, de outra pessoa.
 
 
Força, fé e esperança,
clayton Bernardes

REFLEXÃO DIÁRIA - 7 DE ABRIL


REFLEXÃO DIÁRIA - 7 DE ABRIL


UM GRANDE ARCO DE GRATIDÃO

E, falando pelo Dr. Bob e por mim mesmo, declaro com gratidão que se não fossem nossas esposas, Anne e Lois, nenhum de nós poderia ter vivido para ver o começo de Alcoólicos Anônimos.
NA OPINIÃO DO BILL, p. 67


Sou capaz de tributo tão generoso e gratidão para com minha mulher, parentes e amigos, sem o apoio dos quais nunca poderia ter sobrevivido para alcançar as portas de A.A.? Tentarei trabalhar isto e tentarei ver o plano que meu Poder Superior está me mostrando quando ligou nossas vidas.

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

sábado, 6 de abril de 2013

REFLEXÕES DIÁRIAS - 6 DE ABRIL

REFLEXÕES DIÁRIAS - 6 DE ABRIL


UM PROCESSO PARA TODA A VIDA

Estávamos enfrentando dificuldades nas relações pessoais, não podíamos controlar nossa natureza emocional, éramos presas do infortúnio e da depressão, não conseguíamos nos sustentar financeiramente, tínhamos uma sensação de inutilidade, estávamos coagidos pelo medo, éramos infelizes, não conseguíamos ser úteis aos outros...
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 74


Estas palavras me fazem lembrar que tenho outros problemas além do álcool, que o álcool é somente um sintoma de uma doença mais profunda. Quando parei de beber comecei um processo, para toda a vida, de recuperação de emoções desregradas, relacionamentos dolorosos e situações descontroladas. Este processo é demais para muitos de nós sem a ajuda de um Poder Superior e de nossos amigos da Irmandade. Quando comecei a praticar os Passos do programa de A.A., muitos destes fios emaranhados se desfizeram, mas pouco a pouco os lugares mais quebrados de minha vida se endireitaram. Um dia de cada vez, quase sem sentir, me curava. Como um termostato sendo abaixado, meus medos diminuíram. Comecei a experimentar momentos de contentamento. Minhas emoções tornaram-se menos voláteis. Agora sou novamente uma parte da família humana.

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Cocaína matou o roqueiro Chorão

Cocaína matou o roqueiro Chorão 

Estado de Minas
Exame toxicológico feito no corpo do cantor confirmou a tese de que ele morreu de overdose, como outras estrelas

O resultado do exame toxicológico feito no corpo do cantor Alexandre Magno Abrão, o Chorão, de 42 anos, líder da banda Charlie Brown Jr., confirmou a tese de que ele morreu em decorrência do consumo de cocaína em grande quantidade, a chamada overdose. O laudo coloca o cantor ao lado de outras celebridades do mundo artístico, como Elis Regina, que morreram por causa do consumo de entorpecentes.

De acordo com o exame toxicológico, Chorão apresentava 4,714 microgramas da droga por mililitro de sangue, uma concentração que causou uma “intoxicação exógena devido à cocainemia”. O documento integrará o inquérito de investigação da Polícia Civil sobre o caso. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Joaquim Ferreira de Melo Neto, “nenhum organismo consegue metabolizar essa quantidade da droga”. Ele acredita que, por ser uma pessoa forte, Chorão até suportaria uma dose maior, mas a quantidade ingerida fez com que o organismo dele sofresse uma sobrecarga. “A cocaína é metabolizada pelo fígado, coração, cérebro. Todo o corpo fica intoxicado e o coração passa a ter muito trabalho,o que deve ter levado à morte. A parte cardiovascular do organismo não aguenta. Ele pode ter tido uma hemorragia intracraniana, porque os vasos podem se romper pela pressão da droga”, explica o especialista.

A overdose já era uma hipótese considerada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) como a principal causa da morte. O corpo do roqueiro foi encontrado em 6 de março, por dois empregados, no apartamento que ele usava esporadicamente na Zona Oeste da cidade, que estava completamente revirado. Na época, o delegado responsável pelo caso, Itagiba Vieira, disse que tudo o que tinha na casa estava fora do lugar e alegou que o artista provavelmente teria destruído o local, porque não havia indícios de que pudesse ter ocorrido um homicídio, ou mesmo sinais de luta corporal. A polícia encontrou, além de um pó branco, que pode ser cocaína (o material ainda está em análise laboratorial), caixas de medicamentos e garrafas de bebidas espalhadas.

No dia em que o corpo foi encontrado, o delegado disse ainda que Chorão estava passando por um momento difícil na vida dele, após se separar da mulher, a estilista Graziela Gonçalves. Dias depois da morte do cantor, a estilista disse que as drogas foram o principal motivo que a levou a se afastar dele. Em depoimento à polícia, ela declarou que “perdeu” o cantor “para as drogas”. Na época, além dela, os músicos da banda também foram ouvidos pelo delegado Itagiba Vieira Franco. Segundo ele, todos os depoimentos corroboraram a tese de que o consumo de entorpecentes foi o motivo da morte de Chorão.

Além da desilusão amorosa, o cantor sofria de mania de perseguição. De acordo com o segurança Victor Augusto Mehl, que trabalhava para o artista e que foi quem encontrou o corpo, Chorão achava que estava sendo filmado ou perseguido. De acordo com o segurança, quando o cantor fazia as “baladinhas dele”, achava que sempre tinha gente vendo. Dias antes da morte, ele contou ao funcionário que estava sendo vigiado e fotografado pelo próprio vizinho. Itagiba disse ainda que o artista tinha um quadro psicótico de perseguição. O cantor faria 43 anos na próxima terça-feira.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)


Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

A Paz

A Paz 

Querem saber como vivo? Lhes direi...

Vivo do vento que me mantém lúcida e acordada para que eu não adormeça na caminhada.

Vivo do mar que me limpa do cansaço da luta e me recompõe para que eu continue.
Vivo das cores que me ensinam os remédios e os alimentos para que eu sobreviva forte para trabalhar.

Vivo da riqueza do meu melhor esforço, meu amor. Planto-o por onde passo, não perco nem mesmo a terra de um vaso quebrado, pois ali a semente germina.

E sou feliz assim.

Sou simples, pois preciso de pouco.
Sou calma, pois aprendi a esperar.
Tudo vem.

E o campo arado e adubado produz coisas melhores, que valem a pena ser preservadas.

Falo pouco, pois optei por grandes ocupações, como um trabalho escolhido de ouvir e por isso não me sobra tempo para as palavras.

Penso muito, mas corretamente.
Desejo só o necessário, ocupo pouco espaço e por isso não sofro por possuir.

Sou feliz, sou abençoada, sou reconfortada e apreciada.
Sou aquilo que todos lutam para obter.
Querem saber quem sou eu, já que sabem como vivo?

SOU A PAZ...

Fonte:(Autorizado por www.netmarkt.com.br)


Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Só por hoje 06-04...

Meditação do Dia

Sábado, 06 de Abril de 2013


Cultivar a honestidade
"As mudanças dão-se a um nível prático, pois aquilo que é apropriado em determinada fase de recuperação pode não o ser em outra." Texto Básico, p. 116

Quando chegámos a Narcóticos Anónimos muitos de nós não tinham qualquer ocupação legítima. Nem todos decidimos, assim de repente, tornar-nos cidadãos modelo, honestos e produtivos. Mas depressa descobrimos, em recuperação, que não nos sentimos assim tão confortáveis a fazer muitas das coisas que, quando usávamos, costumávamos fazer sem pensar duas vezes. À medida que crescemos em recuperação, começamos a ser honestos em assuntos que muito provavelmente nunca nos haviam preocupado quando usávamos. Começamos a devolver o troco que nos dão em demasia no supermercado, ou a admitir a culpa quando riscamos um carro estacionado. Descobrimos que se conseguirmos ser honestos nestas pequenas coisas, os testes maiores à nossa honestidade tornam-se muito mais fáceis de lidar. Muitos de nós chegaram aqui com uma capacidade muito reduzida de ser honestos. Mas descobrimos que, à medida que trabalhamos os Doze Passos, as nossas vidas começam a mudar. Já não nos sentimos confortáveis quando beneficiamos à custa dos outros. E podemos sentir-nos bem com a nossa recém-descoberta honestidade.

Só por hoje: Vou examinar o nível de honestidade na minha vida e ver se me sinto confortável com ele.
 
 
Força, fé e eseperança,
Clayton Bernardes