quinta-feira, 25 de abril de 2013

Só por hoje 25-04...

Meditação do Dia

Quinta, 25 de Abril de 2013


Abraçar a realidade
"A recuperação é hoje uma realidade para nós." Texto Básico, p. 112

A dor e a miséria eram realidades nas nossas vidas de uso. Não estávamos dispostos nem a aceitar a nossa situação, nem a modificar aquilo que era inaceitável nas nossas vidas. Tentámos fugir à dor da vida através do uso de drogas, mas esse uso apenas aumentou os nossos problemas. O nosso sentido distorcido da realidade tornou-se um pesadelo. Através da vivência do programa de Narcóticos Anónimos, aprendemos que os nossos sonhos podem substituir os nossos pesadelos. Crescemos e mudamos. Adquirimos a liberdade de escolher. Somos capazes de dar e de receber amor. Podemos partilhar honestamente sobre nós mesmos, sem exagerarmos ou minimizarmos a verdade. Aceitamos os desafios que a vida real nos oferece, enfrentando-os de uma forma madura e responsável. Embora a recuperação não nos torne imunes às realidades da vida, na Irmandade de NA podemos encontrar o apoio e o carinho genuíno de que precisamos para enfrentar essas realidades. Nunca mais precisamos de nos esconder da realidade atravez do uso de drogas porque a nossa unidade com outros adictos em recuperação dá-nos força. Hoje, o apoio, o carinho e a empatia da recuperação dão-nos uma visão clara e límpida através da qual podemos ver, experimentar e apreciar a realidade tal como ela é.

Só por hoje: Uma dádiva da minha recuperação é viver e gozar a vida tal como ela é. Hoje vou abraçar a realidade.
 
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

quarta-feira, 24 de abril de 2013

REFLEXÃO DIÁRIA - 24 DE ABRIL

REFLEXÃO DIÁRIA - 24 DE ABRIL


APRENDENDO A NOS AMAR

O alcoolismo significava solidão, embora estivéssemos cercados de pessoas que nos amavam... procuramos encontrar a segurança emocional dominando ou fazendo-nos dependentes dos outros... Ainda procuramos inutilmente obter segurança, através de alguma classe de dominação ou de dependência.
NA OPINIAO DE BILL, p. 252


Quando fiz meu inventario pessoal, descobri que tinha relacionamentos doentios com muitas pessoas na minha vida; meus amigos e minha família, por exemplo.
Eu sempre me sentia isolado e solitário. Bebia para entorpecer a dor emocional.
Foi permanecendo sóbrio, tendo um bom padrinho e praticando os Doze Passos, que fui capaz de levantar minha baixa auto-estima. Primeiro os Doze Passos me ensinaram a ser meu melhor amigo e então, quando fui capaz de amar a mim mesmo, pude alcançar e amar os outros.


Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Como se livrar radicalmente do vício?

Como se livrar radicalmente do vício?

Felizmente dentro do ser humano existe um poder latente capaz de extirpar de seu interior qualquer tipo de vício.
Como você já deve estar imaginando, se o vício é devido aos defeitos psicológicos o meio para eliminá-lo é a morte psicológica.

Além da dependência psicológica que o vício acarreta, um outro problema para eliminar esses vícios de drogas, álcool, fumo, etc. é a dependência química, pois o organismo do viciado ficou condicionado a trabalhar com estas substâncias.
Por isso na maioria das vezes não é possível deixar o vício imediatamente, e nestes casos o mais indicado é combinar o trabalho da morte psicológica com a redução gradual da substância do qual se é dependente.

Vejamos abaixo um exemplo que pode ser utilizado na prática:
Suponhamos que determinada pessoa esteja habituada a ingerir por dia não menos que 20 copos de bebida alcoólica.
Esta pessoa deveria se disciplinar para, durante uma semana, ingerir no máximo 19 copos de bebida por dia, e toda vez que esta pessoa sentir vontade ou sequer pensar em beber além disso, ela aplicará a morte psicológica nestes defeitos.
Na semana seguinte a pessoa passará a ingerir no máximo 18 copos de bebida por dia e, novamente, toda vez que esta pessoa sentir vontade de beber além disso aplicará a morte psicológica.
E assim continuará, semana após semana, até quando não esteja consumindo nenhuma quantidade de bebida alcoólica.
Seguindo essa disciplina a pessoa não só irá deixar de beber, como também não mais sentirá nenhuma vontade de fazê-lo.

O que se necessita é que a pessoa realmente queira mudar e passe a se dedicar a isso imediatamente e continuamente.
Dessa forma seguramente se livrará do vício, por mais forte que este seja.

Fonte:divina ciência site: doautoconhecimento.com

Ministério da Saúde libera R$ 50 milhões para construção de CAPS em todo país

Ministério da Saúde libera R$ 50 milhões para construção de CAPS em todo país 

Agência Saúde
Os serviços são essenciais no tratamento de usuários de drogas e pacientes psiquiátricos. O repasse vai possibilitar também abertura de Unidades de Acolhimento

Depois de aumentar em 25% a capacidade de atendimento dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS) com incentivos do programa “Crack, é Possível Vencer”, o Ministério da Saúde toma mais uma medida para expandir a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Brasil. Num primeiro momento, serão repassados R$ 50 milhões para construção de Centros de Atenção Psicossocial, priorizando os serviços álcool e drogas 24 horas - e de Unidades de Acolhimento (UA).

Os gestores dos municípios interessados em construir um CAPS ou uma Unidade de Acolhimento devem acessar a portaria 615, publicada recentemente, para ter conhecimento e dar início ao processo.

O valor dos incentivos financeiros para o financiamento da construção dos CAPS e das Unidades de Acolhimento varia de acordo com cada tipo de estabelecimento, podendo ser entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. O valor pode aumentar de acordo com a demanda. Esta é a primeira vez que o Ministério da Saúde repassa recursos para construção desses serviços. Antes cabia ao município a edificação ou aluguel dos espaços, o que dificultava a expansão da rede, muitas vezes por falta de locais adequados.

“Com a medida poderemos aumentar nossos serviços nas cidades que ainda não possuem os Centros de Atenção Psicossocial e Unidades de Acolhimento. Estes equipamentos são fundamentais no atendimento de pacientes psiquiátricos e usuários de drogas, como o crack”, destaca o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Os benefícios também são válidos para as cidades que já possuem CAPS e Unidades de Acolhimento. “O prefeito, que, por exemplo, aluga um espaço e deseja um local melhor pode solicitar esse recurso. Entretanto, só poderá desativar o serviço atual quando o novo estiver pronto”, diz o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães.

ATENDIMENTOS – Com os R$ 50 milhões, o Ministério da Saúde poderia construir 65 Centros de Atenção Psicossocial ou 100 Unidades de Acolhimento. No caso dos CAPS o aumento previsto é de 38,8 milhões procedimentos/ano para aproximadamente 40,5 milhões.
Já nas unidades, a expansão dos recursos pode refletir em aproximadamente 1,2 mil leitos novos, se a verba for aplicada no crescimento deste serviço. “A ampliação dos serviços depende dos Estados e Municípios apresentarem projetos ao Ministério da Saúde”, reafirma Magalhães.

REDE – Os 1.891 CAPS existentes têm objetivo de oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. Possuem valor estratégico para a Reforma Psiquiátrica entre todos os dispositivos de atenção à saúde mental.

Com a criação desses centros, possibilita-se a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no país. Os centros são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários que oferecem atendimento diário.

Já 60 as Unidades de Acolhimento existentes foram instituídas para oferecer atendimento voluntário e cuidados contínuos para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, em situação de vulnerabilidade social e familiar e que demandem acompanhamento terapêutico e proteção em rede.

Essas unidades possuem caráter residencial transitório e funcionam 24 horas (durante toda semana) de forma articulada com o Centro de Atenção Psicossocial mais próximo. E devem garantir os direitos de moradia, educação e convivência familiar e social.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)


Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Exercício reduz danos ao cérebro de quem consome álcool em excesso

Exercício reduz danos ao cérebro de quem consome álcool em excesso 

De acordo com estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, a atividade aeróbica, como caminhada, corrida e pedalada, pode ajudar a diminuir alguns danos na substância branca cerebral causados pelo consumo excessivo de álcool. As informações são do jornal "Daily Mail".

Foram avaliadas 60 pessoas (37 homens e 27 mulheres), que iam desde bebedores moderados a consumidores abusivos de álcool, escolhidos depois de triagem para um estudo sobre problemas relacionados ao álcool e à nicotina. O estudo determinou que a relação entre a ingestão de álcool e problemas na substância branca depende do quanto ela se exercita.

- Descobrimos que entre as pessoas que bebem muito e praticam muito exercício físico, não houve forte relação entre álcool e substância branca. Mas, para pessoas que bebem muito e não fazem exercício, nosso estudo mostrou que a integridade da substância branca está comprometida em várias áreas do cérebro. Significa que a matéria branca não está enviando mensagens entre as áreas do cérebro tão eficientemente como normal - explicou a autora do estudo Hollis Karoly.

A matéria branca, assim como a cinzenta, são os dois principais componentes físicos do cérebro. Ela é composta por feixes de células nervosas que atuam como linhas de transmissão para facilitar a comunicação entre as várias partes do órgão. Segundo os cientistas, a pesquisa é promissora.

- Do meu ponto de vista, a principal constatação é a possibilidade de que o exercício pode ser capaz de ou proteger ou reverter alguns dos danos que o uso pesado de álcool causa no cérebro - disse a cientista Angela Bryan, coautora do estudo.
Autor:
OBID Fonte: GLOBOESPORTE.COM

Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Só por hoje 24-04...

Meditação do Dia

Quarta, 24 de Abril de 2013


Doze Passos de vida
"Através da abstinência total e da prática dos Doze Passos de Narcóticos Anónimos, as nossas vidas começaram a ter sentido." Texto Básico, p. 9

Antes de chegarmos a Narcóticos Anónimos as nossas vidas centravam-se no uso. Na maior parte das vezes sobrava-nos pouca energia para os nossos empregos, para as nossas relações, ou para outras actividades. Servíamos apenas a nossa adicção. Os Doze Passos de Narcóticos Anónimos oferecem uma forma simples de mudarmos as nossas vidas. Começamos por nos manter limpos, um dia de cada vez. Quando as nossas energias não estão mais canalizadas para a nossa adicção, vemos que temos as forças para prosseguir outros interesses. À medida que crescemos em recuperação, tornamo-nos capazes de manter relações saudáveis. Começam a confiar em nós no trabalho. Os passatempos e as diversões tornam-se mais convidativos. Através da participação em Narcóticos Anónimos, ajudamos outros. Narcóticos Anónimos não nos promete que iremos encontrar bons empregos, relações românticas, ou uma vida preenchida. Mas quando trabalhamos os Doze Passos o melhor que podemos, descobrimos que conseguimos tornar-nos no tipo de pessoas capazes de encontrar trabalho, de manter relações íntimas, e de ajudar outros. Deixamos de servir a nossa doença, e começamos a servir Deus e os outros. Os Doze Passos constituem a chave para transformarmos as nossas vidas.

Só por hoje: Vou ter a sabedoria para utilizar os Doze Passos na minha vida, e a coragem para crescer na minha recuperação. Vou praticar o meu programa para me tornar um membro responsável e produtivo da sociedade.

terça-feira, 23 de abril de 2013

REFLEXÃO DIÁRIA 23 DE ABRIL


  REFLEXÃO DIÁRIA 23 DE ABRIL


A.A. NÃO É REMÉDIO PARA TODOS OS MALES

 Seria falso orgulho acreditar-se que Alcoólicos Anônimos é um remédio para todos os males, mesmo para o alcoolismo.
NA OPINIÃO DE BILL, p. 285


Nos meus primeiros anos de sobriedade estava cheio de orgulho, pensando que A.A. era a única fonte de tratamento para uma vida boa e feliz. A.A. era certamente o ingrediente básico para minha sobriedade e, mesmo hoje, com cerca de doze anos de recuperação, estou muito envolvido em reuniões, apadrinhamento e serviço. Durante os quatro primeiros anos de minha recuperação, achei necessário procurar ajuda profissional porque minha saúde emocional estava precária. Existem aquelas pessoas que também encontraram sobriedade e felicidade em outras organizações. A.A. me ensinou que tinha opção de fazer tudo o que fosse necessário para enriquecer minha sobriedade. A.A. pode não ser um remédio para todos os males, mas é o centro de minha vida sóbria.