Drogas são as responsáveis pela maioria das mortes em Nova Serrana
G1
De janeiro ao começo de julho deste ano 19 pessoas foram assassinadas.
A maior parte dos crimes foi cometido por pessoas de outras cidades.
O mais recente relatório da Delegacia da Polícia Civil sobre o número de homicídios em Nova Serrana mostra que de janeiro até o dia 15 de julho deste ano 19 pessoas foram assassinadas na cidade. Desse total de mortes, a maioria das vítimas tinha envolvimento com drogas, segundo a delegada Elenita Batista Lopes. “Adolescentes e jovens são assassinados diariamente e as informações repassadas à polícia por familiares, vizinhos e outras testemunhas são de que tinham envolvimento com droga”, afirmou.
A delegada disse, ainda, que o alto índice de criminadade em Nova Serrana pode estar ligado ao grande número de migrantes na cidade, já que milhares de pessoas saem anualmente de regiões pobres como o Norte do estado e o Nordeste do país, em busca de oportunidades de trabalho no setor calçadista, que conta hoje com mais de 380 empresas no ramo, segundo o Sindicato Intermunicipal da Indústria do Calçado de Nova Serrana (Sindinova). “O índice de violência está atrelado a esse fluxo de migrantes, pois muitas vezes vêm sozinhos para trabalhar e constatamos que ao perder o vínculo familiar e frequentar grupos da cidade, acabam se tornando vulneráveis e, infelizmente, muitos de fato acabaram se envolvendo no mundo do crime”, disse.
A socióloga Batistina Corgozinho concordou com a opinião da delegada e afirmou que essa população flutuante no município acarreta um problema de planejamento do município em áreas como a segurança, por exemplo. "Além de não terem vínculos familiares, essas pessoas saem de uma situação de muita pobreza e de um ambiente social marcado por muita violência. E às vezes trazem consigo essas questões, que acabam sendo culturais e se envolvem com o crime, que dá uma vida fácil. Além disso, como são muitos migrantes, traçar paralelos e planejar ações, se torna uma tarefa difícil, pois não se sabe a real população da cidade, é preciso números para se planejar", refletiu.
“Com certeza é difícil fazer planejamentos, inclusive de segurança. Não sabemos com que população estamos lidando", reforçou a delegada.
Maioria de presos não são de Nova Serrana
De acordo com o diretor geral do Presídio de Nova Serrana, Gilmar Oliveira, na cidade há 179 presos, mais de 100 são de outras cidades. "Com certeza a maioria deles é de fora, são migrantes. A segurança de Nova Serrana é um desafio para as autoridas em geral, com certeza o assunto é preciso ser tratado com atenção", afirmou.
No mês passado, o chefe da Polícia Civil no estado, Cylton Brandão, afirmou durante uma reunião da Cúpula da Defesa Social, que um dos maiores problemas, que acarretam crimes contra a vida é o envolvimento dos jovens com o tráfico de drogas. A reunião foi realizada para discutir estratégias para combater a criminalidade na região. Nessa ocasião ele ressaltou que órgãos de inteligência da Polícia Civil já estão trabalhando com estratégias de combate ao crime. “Temos ação e planejamento para o combate mais eficaz ao tráfico de drogas. É um trabalho que já está sendo desenvolvido pela Polícia Civil, principalmente pelos órgãos de inteligência”. afirmou.
Ainda durante o encontro, o Secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, anunciou novidades para o Centro-Oeste. “De imediato temos condição de implantar o Batalhão. No ano que vem os efetivos da Polícia Civil serão suficientes para a implantação da Delegacia Regional. Uma outra medida importante para Nova Serrana é a implantação do Presídio”, afirmou.
O secretário de comunicação do município, Lázaro Camilo, comentou sobre a importância do Batalhão no município. "Com a implantação do Batalhão aqui na cidade, acredito que a tendência será melhorar, com certeza, esse alto índice de violência. Teremos um contingente melhor, mais militares nas ruas e isso desestimula a ação de criminosos”, ressaltou.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Tabagismo mata cerca de 350 pessoas por dia em nosso país
Tabagismo mata cerca de 350 pessoas por dia em nosso país
O cigarro é um dos produtos de consumo mais lucrativos no mundo. Os fabricantes ostentam uma clientela fiel e leal. O único problema é que seus melhores clientes morrem um a um. São também os únicos produtos legais que causam dependência a maioria dos consumidores e muitas vezes, o matam. Porém, a venda acarreta grandes lucros para a indústria do tabaco, mas enormes prejuízos para os consumidores.
Um estudo realizado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) revela que o Brasil gasta em torno de R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro. O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São 130 mil óbitos anuais, ou seja, cerca de 350 por dia. Dados do Ministério da Saúde indicam que a fumaça do cigarro reúne cerce de 4.700 substâncias tóxicas diferentes, muitas delas cancerígenas.
Mesmo sendo de conhecimento dos consumidores do cigarro, sobre os riscos de doenças que podem levar a morte, os usuários não se intimidam e continuam fazendo uso do tabaco, ignorando a propaganda que trás nas carteiras, fotos de pessoas em estágios terminais e com diversos tipos de câncer e pulmões doentes.
Há um ano, o trabalhador rural José Carlos Souza Santos, 52 anos, descobriu um caroço embaixo da língua. Ao procurar um especialista, o médico pediu exames com urgências e foi diagnosticado um câncer avançado que já tomava a garganta. “A primeira pergunta que o médico fez foi: Você é fumante há quanto tempo? Hoje vejo o mal que o cigarro fez na minha vida. A gente nunca acha que vamos ser surpreendido com uma doença dessa. Se tivesse uma nova oportunidade, nunca fumava em minha vida”, ressaltou.
José Carlos fumava desde a adolescência. Quando não tinha dinheiro para comprar o cigarro industrializado, ele usava o cigarro feito com fumo de rolo. Ele já passou por duas cirurgias, perdeu parte da língua e fala e se alimenta com dificuldades. Há quinze dias, foi surpreendido com a notícia de que o câncer havia voltado, porém, os médicos disseram que não podem fazer mais nada. Hoje, ele se encontra desenganado pela medicina, fazendo uso apenas de morfina para amenizar a dor causada pela doença.
O pneumologista Francisco Hora Fontes explica que o tabagismo é uma doença crônica, causada pela dependência do tabaco, e que os produtos derivados do tabaco, especialmente os cigarros, são feitos para criar e manter dependência química nos consumidores. Francisco disse que há uma série de doenças que podem ser desencadeadas pela dependência do cigarro, como acidente vascular cerebral, trombose, enfisema pulmonar, infarto, cânceres na boca, língua, pulmão, mama, bexiga dentre outros. “Em geral, o cigarro é uma fonte inesgotável de doenças causado pelos fumantes ativo e passivo”, completou.
Dependente precisa buscar ajuda
O médico ainda acrescentou que a dependência maior do cigarro é por causa do uso da nicotina. “A nicotina é um artefato para que os indivíduos criem dependência, pois ela age no cérebro dando ao indivíduo sensação de prazer e relaxamento. É como se fosse um antidepressivo, se não fizesse mal, seria uma droga excelente, mas a nicotina mata. Ela entope as artérias que consequentemente, acarreta em mortes”.
O dependente em cigarro precisa contar com muito esforço e apoio médico para deixar a dependência. Segundo Francisco Fontes, não é fácil o indivíduo deixar o cigarro da noite para o dia.
“Devido à dependência, o fumante precisa buscar ajuda de remédios e psicológica para se livrar do tabaco. Hoje, temos vários hospitais conveniados com o SUS que prestam todo atendimento aos indivíduos que querem deixar o cigarro”, ressaltou o médico.
Desde 2011, acender um cigarro no restaurante, na padaria e no bar passou a ser proibido, graças à lei federal que proíbe o fumo em ambientes fechados. Nos consultórios e hospitais, a percepção dos médicos é a de que essa proibição está surtindo efeito, com a diminuição de pessoas que faziam uso do cigarro. Conforme Francisco Fontes, se comparado a outras épocas, hoje o número de fumantes no Brasil diminuiu 50%, graças a campanhas antitabagismo.
Dez mil mortes por dia é o número de óbitos registrados em decorrência ao consumo de cigarro em todo planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de morte no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que não fuma, mas convive com fumantes.
Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como uma das capitais brasileiras com o menor índice de fumantes, com uma incidência de 9%, ficando atrás apenas de Maceió, com população de 8% de fumantes. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é o resultado do intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que em 2006 implantou o Programa Municipal de Controle do Tabagismo, que somente no ano passado tratou mais de 800 pacientes nas unidades de referência de sua rede.
Autor:
OBID Fonte: Portal do Coração
O cigarro é um dos produtos de consumo mais lucrativos no mundo. Os fabricantes ostentam uma clientela fiel e leal. O único problema é que seus melhores clientes morrem um a um. São também os únicos produtos legais que causam dependência a maioria dos consumidores e muitas vezes, o matam. Porém, a venda acarreta grandes lucros para a indústria do tabaco, mas enormes prejuízos para os consumidores.
Um estudo realizado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) revela que o Brasil gasta em torno de R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro. O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São 130 mil óbitos anuais, ou seja, cerca de 350 por dia. Dados do Ministério da Saúde indicam que a fumaça do cigarro reúne cerce de 4.700 substâncias tóxicas diferentes, muitas delas cancerígenas.
Mesmo sendo de conhecimento dos consumidores do cigarro, sobre os riscos de doenças que podem levar a morte, os usuários não se intimidam e continuam fazendo uso do tabaco, ignorando a propaganda que trás nas carteiras, fotos de pessoas em estágios terminais e com diversos tipos de câncer e pulmões doentes.
Há um ano, o trabalhador rural José Carlos Souza Santos, 52 anos, descobriu um caroço embaixo da língua. Ao procurar um especialista, o médico pediu exames com urgências e foi diagnosticado um câncer avançado que já tomava a garganta. “A primeira pergunta que o médico fez foi: Você é fumante há quanto tempo? Hoje vejo o mal que o cigarro fez na minha vida. A gente nunca acha que vamos ser surpreendido com uma doença dessa. Se tivesse uma nova oportunidade, nunca fumava em minha vida”, ressaltou.
José Carlos fumava desde a adolescência. Quando não tinha dinheiro para comprar o cigarro industrializado, ele usava o cigarro feito com fumo de rolo. Ele já passou por duas cirurgias, perdeu parte da língua e fala e se alimenta com dificuldades. Há quinze dias, foi surpreendido com a notícia de que o câncer havia voltado, porém, os médicos disseram que não podem fazer mais nada. Hoje, ele se encontra desenganado pela medicina, fazendo uso apenas de morfina para amenizar a dor causada pela doença.
O pneumologista Francisco Hora Fontes explica que o tabagismo é uma doença crônica, causada pela dependência do tabaco, e que os produtos derivados do tabaco, especialmente os cigarros, são feitos para criar e manter dependência química nos consumidores. Francisco disse que há uma série de doenças que podem ser desencadeadas pela dependência do cigarro, como acidente vascular cerebral, trombose, enfisema pulmonar, infarto, cânceres na boca, língua, pulmão, mama, bexiga dentre outros. “Em geral, o cigarro é uma fonte inesgotável de doenças causado pelos fumantes ativo e passivo”, completou.
Dependente precisa buscar ajuda
O médico ainda acrescentou que a dependência maior do cigarro é por causa do uso da nicotina. “A nicotina é um artefato para que os indivíduos criem dependência, pois ela age no cérebro dando ao indivíduo sensação de prazer e relaxamento. É como se fosse um antidepressivo, se não fizesse mal, seria uma droga excelente, mas a nicotina mata. Ela entope as artérias que consequentemente, acarreta em mortes”.
O dependente em cigarro precisa contar com muito esforço e apoio médico para deixar a dependência. Segundo Francisco Fontes, não é fácil o indivíduo deixar o cigarro da noite para o dia.
“Devido à dependência, o fumante precisa buscar ajuda de remédios e psicológica para se livrar do tabaco. Hoje, temos vários hospitais conveniados com o SUS que prestam todo atendimento aos indivíduos que querem deixar o cigarro”, ressaltou o médico.
Desde 2011, acender um cigarro no restaurante, na padaria e no bar passou a ser proibido, graças à lei federal que proíbe o fumo em ambientes fechados. Nos consultórios e hospitais, a percepção dos médicos é a de que essa proibição está surtindo efeito, com a diminuição de pessoas que faziam uso do cigarro. Conforme Francisco Fontes, se comparado a outras épocas, hoje o número de fumantes no Brasil diminuiu 50%, graças a campanhas antitabagismo.
Dez mil mortes por dia é o número de óbitos registrados em decorrência ao consumo de cigarro em todo planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de morte no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que não fuma, mas convive com fumantes.
Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como uma das capitais brasileiras com o menor índice de fumantes, com uma incidência de 9%, ficando atrás apenas de Maceió, com população de 8% de fumantes. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é o resultado do intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que em 2006 implantou o Programa Municipal de Controle do Tabagismo, que somente no ano passado tratou mais de 800 pacientes nas unidades de referência de sua rede.
Autor:
OBID Fonte: Portal do Coração
Os Doze Passos da recuperação!!!
Os doze passos
1º.
Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que nossas vidas
tinham se tornado incontroláveis.
2º.
Viemos a acreditar que um Poder maior do que nós poderia devolver-nos à
sanidade.
3º.
Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da
maneira como nós o compreendíamos.
4º.
Fizemos um profundo e destemido inventário moral de nós mesmos.
5º.
Admitimos a Deus, a nós mesmos e a outro ser humano a natureza exata das nossas
falhas.
6º.
Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos
de caráter.
7º.
Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.
8º.
Fizemos uma lista de todas as pessoas que tínhamos prejudicado, e dispusemo-nos
a fazer reparações a todas elas.
9º.
Fizemos reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê-lo
pudesse prejudica-las ou a outras.
10º.
Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o
admitíamos prontamente.
11º.
Procuramos, através de prece e meditação, melhorar nosso contato consciente com
Deus, da maneira como nós O compreendíamos, rogando apenas o conhecimento da
Sua vontade em relação a nós, e o poder de realizar essa vontade.
12º.
Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos,
procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em
todas as nossas atividades.
Fonte: na.org.com.
Reflexão do dia 2 de Agosto
Reflexão do dia 2 de Agosto
nós nos tornamos dispostos...
Neste momento, estamos tentando pôr em ordem nossas vidas.
ALCOÓLICOS ANÓNIMOS PG. 97
Como posso, facilmente, ficar mal-orientado ao aproximar-me do Oitavo Passo! Desejo ser livre e transformado de alguma maneira pela prática do Sexto e Sétimo Passos. Agora, mais do que nunca, sou vulnerável ao egoísmo e à minha agenda oculta. Preciso cuidar de lembrar que a auto-satisfação, algumas vezes proveniente do perdão das pessoas que prejudiquei, não é meu verdadeiro objetivo. Torno-me disposto a fazer reparações, sabendo que através deste processo sou corrigido e ajustado de seguir adiante, conhecer e desejar a vontade de Deus para mim.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Só por hoje 02-08...
Meditação do Dia
Sexta, 02 de Agosto de 2013
Praticar a honestidade
"Quando nos sentimos encurralados ou pressionados, é necessária uma grande força espiritual e emocional para sermos honestos." Texto Básico, p. 96
Muitos de nós tentam desenvencilhar-se de uma situação difícil através da desonestidade, apenas para terem de se humilhar mais tarde e dizer a verdade. Alguns de nós distorcem as suas histórias, já por hábito, mesmo quando não haveria dificuldade em pura e simplesmente dizer a verdade. Sempre que tentamos evitar ser honestos, a situação volta-se contra nós. A honestidade pode ser desconfortável, mas os problemas que temos de enfrentar quando somos desonestos costumam ser muito piores do que o desconforto de dizermos a verdade. A honestidade é um dos princípios básicos da recuperação. Aplicamos este princípio desde o início da nossa recuperação, quando, finalmente, admitimos a nossa impotência e o nosso desgoverno. Continuamos a aplicar o princípio da honestidade, cada vez que somos confrontados com a escolha entre viver a fantasia, ou viver a vida tal como ela é. Nem sempre é fácil aprender a ser honesto, especialmente depois dos jogos e das máscaras que tantos de nós usámos na nossa adicção. As nossas vozes podem tremer quando praticamos a nossa recém-encontrada honestidade. Mas depressa o som da verdade a sair das nossas bocas desfaz qualquer dúvida: a honestidade sabe bem! É mais fácil viver a verdade do que viver uma mentira.
Só por hoje: Vou honestamente abraçar a vida, com todas as suas pressões e exigências. Vou praticar a honestidade, mesmo quando possa parecer estranho fazê-lo. A honestidade irá ajudar, e não prejudicar, os meus esforços para viver limpo e recuperar.
Só por hoje: Vou honestamente abraçar a vida, com todas as suas pressões e exigências. Vou praticar a honestidade, mesmo quando possa parecer estranho fazê-lo. A honestidade irá ajudar, e não prejudicar, os meus esforços para viver limpo e recuperar.
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Embu das Artes assina pacto para o combate ao crack
Embu das Artes assina pacto para o combate ao crack
SP Notícias
Na tarde de ontem, 23/7, Embu das Artes assinou na sede da Prefeitura de São Paulo, o pacto com o Programa do Governo Federal “Crack, é possível vencer” , que trabalha em parceria com estados, municípios e a sociedade em três eixos: prevenção, cuidado e segurança. Orientação da população, capacitação de profissionais, aumento da oferta de tratamento e atenção aos usuários, além do enfrentamento ao tráfico de drogas estão na pauta do programa.
Na ocasião, a Secretária de Saúde, Dra. Sandra Magali Fihlie, representou o prefeito Chico Brito e assinou o pacto que garante a participação de Embu das Artes no Programa. Participaram também o comandante Dirceu da Guarda Civil Municipal (GCM), Paulo Petronilho, secretário adjunto de Governo, a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki e Izildinha Nunes, assessora da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
“Temos um grande desafio. Todos sabemos que temos de assumir essa luta, e essa política de combate ao crack se inicia no município, que tem maior proximidade com o usuário”, disse Regina Miki.
O Comitê Gestor do Programa conta com a participação de seis secretarias: Saúde, Assistência Social, Trabalho e Qualificação Profissional, Educação, Governo, Esporte e Cultura. A Polícia Militar também contribui com o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).
Todos irão atuar em cada uma das frentes. Na prevenção serão desenvolvidas ações para o fortalecimento ao combate às drogas através de apresentação de cartilha educativa e conversas com jovens e crianças, além de eventos do esporte e da cultura nas áreas onde há maior concentração de usuários.
No cuidado, o município já desenvolve um serviço de abordagem social executado pelos Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), o que será intensificado. A Saúde já dispõe de consultório na rua (van equipada para fazer um primeiro atendimento ambulatorial ao usuário). Com a nova verba advinda do Programa, mais profissionais da área serão contratados e também irá auxiliar no custeio do consultório móvel. No final de 2014, o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (Caps AD) passa a se chamar Caps AD 3 - 24 horas, com atendimento dia e noite.
A última frente é a da segurança , que receberá 20 câmeras de vídeo monitoramento (implantadas em locais mais vulneráveis) e uma base móvel para controle dessas câmeras. Um treinamento será oferecido pelo Programa a 40 guardas civis municipais (GCM).
Dos 39 municípios paulistas com mais de 200 mil habitantes, 28 já aderiram ao programa. No evento, outras cidades assinaram juntamente com Embu das Artes: São José do Rio Preto, São José dos Campos, Praia Grande, são Vivente, Campinas, Guarulhos, Bauru, Barueri, Cotia, Taubaté, campinas e Franca.
O programa
Estão previstos, no total, R$ 4 bilhões em recursos federais. As ações provém dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República até 2014.
Instituído pela Presidência da República com o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, tem como plano de ação oferecer tratamento e reinserção social de usuários e enfrentar o tráfico de drogas. As ações são executadas de forma descentralizada e integrada, por meio da conjugação de esforços entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e com a participação da sociedade civil e do controle social.
O Plano Integrado tem como fundamento a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de saúde, assistência social, segurança pública, educação, desporto, cultura, direitos humanos, juventude, entre outras, em consonância com os pressupostos, diretrizes e objetivos da Política Nacional sobre Drogas.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
SP Notícias
Na tarde de ontem, 23/7, Embu das Artes assinou na sede da Prefeitura de São Paulo, o pacto com o Programa do Governo Federal “Crack, é possível vencer” , que trabalha em parceria com estados, municípios e a sociedade em três eixos: prevenção, cuidado e segurança. Orientação da população, capacitação de profissionais, aumento da oferta de tratamento e atenção aos usuários, além do enfrentamento ao tráfico de drogas estão na pauta do programa.
Na ocasião, a Secretária de Saúde, Dra. Sandra Magali Fihlie, representou o prefeito Chico Brito e assinou o pacto que garante a participação de Embu das Artes no Programa. Participaram também o comandante Dirceu da Guarda Civil Municipal (GCM), Paulo Petronilho, secretário adjunto de Governo, a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki e Izildinha Nunes, assessora da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
“Temos um grande desafio. Todos sabemos que temos de assumir essa luta, e essa política de combate ao crack se inicia no município, que tem maior proximidade com o usuário”, disse Regina Miki.
O Comitê Gestor do Programa conta com a participação de seis secretarias: Saúde, Assistência Social, Trabalho e Qualificação Profissional, Educação, Governo, Esporte e Cultura. A Polícia Militar também contribui com o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).
Todos irão atuar em cada uma das frentes. Na prevenção serão desenvolvidas ações para o fortalecimento ao combate às drogas através de apresentação de cartilha educativa e conversas com jovens e crianças, além de eventos do esporte e da cultura nas áreas onde há maior concentração de usuários.
No cuidado, o município já desenvolve um serviço de abordagem social executado pelos Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), o que será intensificado. A Saúde já dispõe de consultório na rua (van equipada para fazer um primeiro atendimento ambulatorial ao usuário). Com a nova verba advinda do Programa, mais profissionais da área serão contratados e também irá auxiliar no custeio do consultório móvel. No final de 2014, o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (Caps AD) passa a se chamar Caps AD 3 - 24 horas, com atendimento dia e noite.
A última frente é a da segurança , que receberá 20 câmeras de vídeo monitoramento (implantadas em locais mais vulneráveis) e uma base móvel para controle dessas câmeras. Um treinamento será oferecido pelo Programa a 40 guardas civis municipais (GCM).
Dos 39 municípios paulistas com mais de 200 mil habitantes, 28 já aderiram ao programa. No evento, outras cidades assinaram juntamente com Embu das Artes: São José do Rio Preto, São José dos Campos, Praia Grande, são Vivente, Campinas, Guarulhos, Bauru, Barueri, Cotia, Taubaté, campinas e Franca.
O programa
Estão previstos, no total, R$ 4 bilhões em recursos federais. As ações provém dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República até 2014.
Instituído pela Presidência da República com o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, tem como plano de ação oferecer tratamento e reinserção social de usuários e enfrentar o tráfico de drogas. As ações são executadas de forma descentralizada e integrada, por meio da conjugação de esforços entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e com a participação da sociedade civil e do controle social.
O Plano Integrado tem como fundamento a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de saúde, assistência social, segurança pública, educação, desporto, cultura, direitos humanos, juventude, entre outras, em consonância com os pressupostos, diretrizes e objetivos da Política Nacional sobre Drogas.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Cigarro, droga liberada
Cigarro, droga liberada
Em Tempo Online
Atualmente, se fizermos um cálculo simplificado, caso uma carteira de cigarros custasse dez reais, mais de oito reais seriam de impostos.
E apesar da pesada tributação, mesmo que um indivíduo fumante pague isso por toda sua vida, dados mostram que se ele cair doente, vitimado pelo fumo, o dinheiro arrecadado pelos impostos não daria para cobrir o seu tratamento.
Como mostra texto explicativo da globo.com, aqui compartilhado, o cerco está se fechando. A Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) recomenda medidas mais restritivas ao consumo de tabaco e acredita que há inúmeros benefícios para a saúde pública em estender a lei antifumo para áreas externas de uso coletivo, como parques e praças, a exemplo da medida já adotada na cidade de Nova York.
E a nova regra, uma forma de combater o tabagismo passivo e desestimular novos fumantes, sobretudo os jovens, proíbe o fumo em áreas abertas como praias, piscinas, centros de recreação e praças e prevê multa de US$ 50 para quem desrespeitar a lei.
No Brasil, o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte prevenível. Além disso, o fumo, entre outros efeitos nocivos à saúde, aumenta o risco de doenças respiratórias nas crianças em 50%, de câncer de pulmão em 30% e de infarto em 24%. A fumaça do cigarro possui mais de 4 mil substâncias prejudiciais, que também trazem riscos à saúde mesmo em locais abertos. Crianças e adolescentes, público frequentemente presente em parques, praças e praias, estariam menos expostos ao tabaco.
Outro ponto importante, é que medidas mais restritivas estimulam os fumantes a deixarem o hábito e procurarem tratamento. Não só por esses, mas por outros inúmeros benefícios que podemos vislumbrar, a medida adotada em Nova York é um exemplo a ser seguido pelo nosso país.
No entanto, a Abead, entende que a regra deve ser acompanhada de outras ações como a maior tributação da substância e restrição da publicidade em pontos de venda. Da mesma maneira, é necessário mais investimentos para aumentar a rede de atendimento e oferecer tratamento para os usuários que desejam se curar da dependência do tabaco.
Entende também que o poder público deve zelar pela saúde coletiva e que uma restrição como essa não deve ser vista como uma forma prejudicar ou estigmatizar os tabagistas.
Dados mostram que o tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo. No Brasil, cerca de duzentas mil pessoas morrem por ano, vítimas do uso de tabaco. Atualmente, com a grande disponibilidade de informações, quase todo fumante sabe dos malefícios do tabaco e, de acordo com pesquisa recente, cerca de 80% deseja parar de fumar.
Entretanto, os tabagistas têm muitas dúvidas em como iniciar este processo e manter-se longe do cigarro.
Segundo a especialista Sabrina Presman,“É preciso reformular os hábitos, conseguir novas formas de lidar com os sentimentos e ter consciência de que a fase de abstinência é um período de adaptação, mas que acaba.
Vale lembrar também que são raros os casos em que as pessoas conseguem parar de forma radical. O ideal é que a cessação se dê de maneira gradual e com muita força de vontade, para não desanimar ou desistir em casos de recaídas”.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Em Tempo Online
Atualmente, se fizermos um cálculo simplificado, caso uma carteira de cigarros custasse dez reais, mais de oito reais seriam de impostos.
E apesar da pesada tributação, mesmo que um indivíduo fumante pague isso por toda sua vida, dados mostram que se ele cair doente, vitimado pelo fumo, o dinheiro arrecadado pelos impostos não daria para cobrir o seu tratamento.
Como mostra texto explicativo da globo.com, aqui compartilhado, o cerco está se fechando. A Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) recomenda medidas mais restritivas ao consumo de tabaco e acredita que há inúmeros benefícios para a saúde pública em estender a lei antifumo para áreas externas de uso coletivo, como parques e praças, a exemplo da medida já adotada na cidade de Nova York.
E a nova regra, uma forma de combater o tabagismo passivo e desestimular novos fumantes, sobretudo os jovens, proíbe o fumo em áreas abertas como praias, piscinas, centros de recreação e praças e prevê multa de US$ 50 para quem desrespeitar a lei.
No Brasil, o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte prevenível. Além disso, o fumo, entre outros efeitos nocivos à saúde, aumenta o risco de doenças respiratórias nas crianças em 50%, de câncer de pulmão em 30% e de infarto em 24%. A fumaça do cigarro possui mais de 4 mil substâncias prejudiciais, que também trazem riscos à saúde mesmo em locais abertos. Crianças e adolescentes, público frequentemente presente em parques, praças e praias, estariam menos expostos ao tabaco.
Outro ponto importante, é que medidas mais restritivas estimulam os fumantes a deixarem o hábito e procurarem tratamento. Não só por esses, mas por outros inúmeros benefícios que podemos vislumbrar, a medida adotada em Nova York é um exemplo a ser seguido pelo nosso país.
No entanto, a Abead, entende que a regra deve ser acompanhada de outras ações como a maior tributação da substância e restrição da publicidade em pontos de venda. Da mesma maneira, é necessário mais investimentos para aumentar a rede de atendimento e oferecer tratamento para os usuários que desejam se curar da dependência do tabaco.
Entende também que o poder público deve zelar pela saúde coletiva e que uma restrição como essa não deve ser vista como uma forma prejudicar ou estigmatizar os tabagistas.
Dados mostram que o tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo. No Brasil, cerca de duzentas mil pessoas morrem por ano, vítimas do uso de tabaco. Atualmente, com a grande disponibilidade de informações, quase todo fumante sabe dos malefícios do tabaco e, de acordo com pesquisa recente, cerca de 80% deseja parar de fumar.
Entretanto, os tabagistas têm muitas dúvidas em como iniciar este processo e manter-se longe do cigarro.
Segundo a especialista Sabrina Presman,“É preciso reformular os hábitos, conseguir novas formas de lidar com os sentimentos e ter consciência de que a fase de abstinência é um período de adaptação, mas que acaba.
Vale lembrar também que são raros os casos em que as pessoas conseguem parar de forma radical. O ideal é que a cessação se dê de maneira gradual e com muita força de vontade, para não desanimar ou desistir em casos de recaídas”.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
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