segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Os Doze Passos da Recuperação !!!! Entre em contato conosco!!!


Os doze passos

1º. Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que nossas vidas tinham se tornado incontroláveis.

2º. Viemos a acreditar que um Poder maior do que nós poderia devolver-nos à sanidade.

3º. Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós o compreendíamos.

4º. Fizemos um profundo e destemido inventário moral de nós mesmos.

5º. Admitimos a Deus, a nós mesmos e a outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.

6º. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.

7º. Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.

8º. Fizemos uma lista de todas as pessoas que tínhamos prejudicado, e dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas.

9º. Fizemos reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê-lo pudesse prejudica-las ou a outras.

10º. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.

11º. Procuramos, através de prece e meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, da maneira como nós O compreendíamos, rogando apenas o conhecimento da Sua vontade em relação a nós, e o poder de realizar essa vontade.

12º. Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades

 

 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes
Coord. Terapêutico
(34) 9791-6095

ONG internacional conhece serviços para dependentes de drogas de SBC

ONG internacional conhece serviços para dependentes de drogas de SBC                                                                                                 

ABCD Maior
Diretores da Open Society Foundation visitaram o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas e uma das Repúblicas Terapêuticas

Diretores da Open Society Foundation, organização não governamental financiadora de políticas e programas sobre drogas que atua em vários países, vieram nesta segunda-feira (02/12) a São Bernardo conhecer os serviços desenvolvidos pelo município voltados aos dependentes de álcool e outras drogas.

A organização pretende expandir sua atuação na América Latina e seus representantes decidiram conhecer a experiência de São Bernardo, considerada referência nacional nesse setor.

O diretor do Programa de Saúde Pública da organização, Daniel Wolfe, estava acompanhado de dois integrantes do programa para a América Latina, Catesby Holmes e David Holiday.

Eles foram recebidos pelo secretário de Saúde, Arthur Chioro, que lembrou que as ações em São Bernardo estão alinhadas com a política nacional conduzida pelo Ministério da Saúde, contrária à internação compulsória e ao isolamento dos pacientes em instituições psiquiátricas, valorizando a liberdade e a autonomia dessas pessoas. Chioro esclareceu que os serviços de saúde mental do município buscam reatar os vínculos sociais e familiares dos pacientes.

Após o encontro com Chioro, os representantes da organização internacional visitaram o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas e uma das Repúblicas Terapêuticas da cidade, que abrigam temporariamente os pacientes que perderam os vínculos familiares ou encontram-se em vulnerabilidade social.

No Brasil, os dirigentes da Open Society Foundation visitarão ainda o Rio de Janeiro e, depois, Brasília, onde se reunirão com técnicos do Ministério da Saúde.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Recaída ao uso de drogas é alvo de pesquisa

Recaída ao uso de drogas é alvo de pesquisa                                                                                              

Em busca de tratamentos mais eficazes contra a dependência, cientistas do National Institute on Drug Abuse (Nida/NIH), dos Estados Unidos, têm se dedicado a criar métodos para identificar e estudar pequenos grupos de neurônios relacionados com a sensação de fissura por drogas.

O grupo coordenado por Bruce Hope conta com o brasileiro Fábio Cardoso Cruz, ex-bolsista de mestrado e de pós-doutorado da FAPESP que acaba de publicar um artigo sobre o tema na revista Nature Reviews Neuroscience.

“Nossa linha de pesquisa se baseia no pressuposto de que a dependência é um comportamento de aprendizado associativo. Quando um indivíduo começa a usar uma determinada substância, seu encéfalo associa o efeito da droga com o local em que ela está sendo consumida, as pessoas em volta e a parafernália envolvida, como seringas, por exemplo. Com o uso repetido, essa associação fica cada vez mais forte, até que a simples exposição ao ambiente, às pessoas ou aos objetos já desperta no dependente a fissura pela droga”, afirmou Cruz.

Evidências da literatura científica sugerem que essa memória associativa relacionada ao uso da droga com os elementos ambientais seria armazenada em pequenos grupos de neurônios localizados em diferentes regiões do encéfalo e interligados entre si – conhecidos em inglês como neuronal ensembles.
“Quando o dependente depara com algo que o faz lembrar da droga, esses pequenos grupos neuronais são ativados simultaneamente e, dessa forma, a memória do efeito da droga no organismo vem à tona, fazendo com que o indivíduo sinta um desejo compulsivo pela droga que é capaz de controlar o comportamento e fazer com que o dependente em abstinência tenha uma recaída mesmo estando ciente de possíveis consequências negativas, como perda do emprego, da família ou problemas de saúde”, disse Cruz.

Por meio de experimentos feitos com animais, os pesquisadores do Nida mostraram que apenas 4% dos neurônios do sistema mesocorticolímbico são ativados nesses casos de recaída induzida pelo ambiente. “São vários pequenos grupos localizados em regiões do cérebro relacionadas com as sensações de prazer, como córtex pré-frontal, núcleo accumbens, hipocampo, amígdala e tálamo”, contou.
Segundo Cruz, a maioria dos trabalhos que buscam entender a neurobiologia da dependência e descobrir possíveis alterações moleculares relacionadas com comportamentos que levam à recaída avalia todo o conjunto de neurônios presente em amostras de tecidos cerebrais em vez de focar apenas nesses pequenos grupos.

“Acreditamos que uma alteração realmente significativa pode ser mascarada por mudanças nesses outros 96% dos neurônios não relacionados com a recaída. Por isso buscamos metodologias para estudar especificamente esses 4%”, explicou.

Uma das estratégias descritas no artigo publicado na Nature Reviews Neuroscience faz uso de uma linhagem de ratos transgênicos conhecida como lacZ. Os animais são modificados para expressar a enzima β-galactosidase apenas nos neurônios ativos.

“Nós colocamos o animal em uma caixa e o ensinamos a bater em uma barra para receber cocaína. Depois de um tempo, movemos o animal para uma caixa diferente, na qual ele não recebe a droga quando bate na barra. Chega uma hora em que o animal para de bater na barra. É como se estivesse em abstinência. Mas quando o colocamos de volta na primeira caixa, ou seja, no ambiente que ele foi treinado a receber a droga, ele imediatamente volta a bater na barra à procura da droga”, contou Cruz.
Nesse momento, os pequenos grupos neuronais são ativados no rato pelos elementos do ambiente. Os pesquisadores administram então uma substância chamada Daun02, que interage com a enzima β-galactosidase e se transforma em um fármaco ativo chamado daunorubicina, que provoca a morte desses neurônios ativos.

“Esperamos cerca de dois dias para o fármaco concluir seu efeito e, quando colocamos novamente o animal no ambiente associado à administração da droga, ele não apresenta mais o mesmo comportamento de busca da substância. É como se a fissura tivesse sido apagada após a morte desse pequeno grupo de neurônios relacionado com esse comportamento de recaída”, contou Cruz.

Outra técnica descrita no artigo também faz uso de animais transgênicos capazes de expressar uma proteína fluorescente apenas nas células ativadas. “Com auxílio da citometria de fluxo, conseguimos isolar apenas essas células que ficam fluorescentes e então procuramos por possíveis alterações moleculares. Podem ser alterações estruturais, como aumento no número de espinhos dendríticos, o que aumenta a interação sináptica e deixa o neurônio mais sensível. Podem ser proteínas intracelulares que também aumentam a atividade desses neurônios”, explicou.

Uma vez identificadas essas alterações, acrescentou Cruz, elas vão se tornar alvos para o desenvolvimento de fármacos capazes de tratar de forma mais eficiente a dependência. “Não existe hoje um medicamento realmente eficaz, tanto que cerca de 70% dos usuários de cocaína sofrem recaída após um período de abstinência. No caso do álcool, o número é maior que 80%”, afirmou.
Autor:
OBID Fonte: Revisa Exame online

Reflexão do dia 6 de Janeiro

Reflexão do dia 6 de Janeiro
      
a vitória da rendição
Percebemos que somente através da derrota total somos capazes de dar os primeiros passos na direção da libertação e da força. Nossa admissão de impotência pessoal finalmente produz o alicerce firme sobre o qual vidas felizes e significativas podem ser construídas.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES PG. 17
 
      Quando o álcool influenciava cada faceta de minha vida, quando as garrafas tornaram-se o símbolo
de toda minha auto-indulgência e permissividade, quando vim a perceber que, por mim mesmo, não podia fazer nada para vencer o poder do álcool, percebi que não tinha outro recurso a não ser a rendição. Na rendição encontrei a vitória - vitória sobre minha egoística auto-indulgência, vitória sobre a minha indulgência, vitória sobre a minha resistência teimosa à vida como ela era dada para mim. Quando parei de lutar contra tudo e contra todos, comecei a caminhada para a sobriedade, serenidade e paz.
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Só por hoje 06-01...

Meditação do Dia

Segunda, 06 de Janeiro de 2014


"Como é que isto resulta?"
"Eu costumava achar que tinha todas as respostas, mas hoje estou contente por não as ter. " II Texto Básico Text. p. 272

Quais são as duas palavras favoritas da maioria dos adictos? "Eu sei!" Infelizmente, muitos de nós chegaram a NA convencidos de que tinham todas as respostas. Sabemos muito daquilo que está errado connosco. Mas por si só, a sabedoria nunca nos ajudou a mantermo-nos limpos por qualquer período de tempo. Os membros que já estão aqui há mais tempo serão os primeiros a admitir que, quanto mais avançam em recuperação, mais têm para aprender. Mas há uma coisa que eles sabem: ao seguirem este simples programa de Doze Passos, têm sido capazes de se manter limpos. Eles já não perguntam "porquê"; perguntam "como". O valor de infinitas especulações dilui-se perante a experiência de adictos que encontraram uma forma de ficarem limpos e de viverem limpos. Isto não significa que não perguntemos "porquê" sempre que seja apropriado. Não parámos de pensar, lá porque chegámos a NA! Mas a princípio é uma boa ideia reformularmos as nossas perguntas. Em vez de perguntarmos "porquê", perguntamos "como". "Como é que trabalho este passo?". "Como é que devo partilhar nas reuniões?" "Como é que me mantenho limpo?"

Só por hoje: Eu não tenho todas as respostas, mas sei onde encontrar as que são importantes. Hoje, vou perguntar a outro adicto, "Como é que isto resulta?"
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

domingo, 5 de janeiro de 2014

Frases para sua semana!!!!

... "É muito triste estender as mãos vazias e não receber nada. Mais triste, porém, é estender as mãos cheias, e não ter ninguém para recebê-las ..." "
(Omar Khayyam)


... "A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos."
(Marcel Proust)

... "Só a vida ensina a viver. É preciso a gente ver primeiro tudo o que a vida tem de mau e sórdido para depois podermos descobrir o que ela tem de belo e de bom, de profundamente bom." (Érico Veríssimo)
... "O amor de mãe é o combustível que lhe permite a um ser humano fazer o impossível." (Marion C. Garretty)

... "...Ser mãe é andar chorando num sorriso!
Ser mãe é ter um mundo e não ter nada!
Ser mãe é padecer num paraíso!" (Coelho Neto)

... "Viver é mais que vencer dias e anos. É preenchê-los com ideais de amor, grandeza e otimismo. É plantar hoje o que desejamos amanhã." (Wagner P. de Menezes)
 
 
Força, fé e esperança,
Clayton Bernardes

Estudo liga mutação em gene a consumo de álcool em excesso

Estudo liga mutação em gene a consumo de álcool em excesso                                                                                              

Pesquisadores do Reino Unido identificaram em camundongos um gene que regula o consumo de álcool e que pode causar o excesso de consumo dessa substância quando sofre determinada mutação. O estudo analisou o comportamento de dois grupos de camundongos: os considerados normais e os com mutação genética no gene chamado Gabrb1.

Diante da escolha entre água e bebida que continha 10% de álcool, os camundongos do primeiro grupo não mostraram interesse por álcool - eles beberam pouco ou nada deste líquido -, enquanto o segundo grupo preferiu consumir álcool ao equivalente a quase 85% de seu consumo diário de líquido.

Os pesquisadores mostraram que camundongos com mutações no Gabrb1 também se mostraram dispostos a trabalhar para obter a bebida contendo álcool, empurrando uma alavanca para alcançá-lo inclusive por longo período de tempo, diferentemente dos camundongos normais. Na experiência, os roedores ainda consumiram álcool voluntariamente por uma hora para ficar intoxicados até que tiveram dificuldade em coordenar seus movimentos.

O estudo foi realizado pelo período de 10 anos por cinco universidades do Reino Unido (Newcastle University, Imperial College London, Sussex University, University College London e University of Dundee) em parceria com a Unidade de Genética de Mamíferos do Conselho de Pesquisa Médica (MRC) e publicado nesta terça-feria (26) na revista "Nature Communications". Segundo o professor Hugh Perry, do Conselho de Neurociências e Saúde Mental do MRC, se as pesquisas seguintes confirmarem que um mecanismo similar está presente em humanos, elas poderiam ajudar a identificar aqueles com mais risco de desenvolver vício e a garantir que recebam o tratamento mais efetivo.

Mecanismo
A causa do consumo excessivo de álcool foi identificada por mutações pontuais em um único par de bases no gene Gabrb1, que codifica para a subunidade beta 1, um importante componente do receptor GABAA no cérebro. Segundo os pesquisadores, este receptor responde ao mais importante mensageiro químico inibitório do cérebro, o GABA, para regular a atividade cerebral. Eles descobriram que a mutação no gene fez com que o receptor seja ativado espontaneamente, mesmo quando o GABA não estava presente. Segundo Dr. Quentin Anstee, hepatologista consultor da Universidade de Newcastle, as mudanças foram particularmente fortes no núcleo accumbens, região do cérebro que controla emoções de prazer e recompensa.

Em nota divulgada pela Universidade de Newcastle, ele explica que na medida em que o sinal elétrico desses receptores aumenta, também aumenta o desejo de beber álcool. O time de pesquisadores dará continuidade ao trabalho para verificar se o gene tem influência similar nos seres humanos, apesar de acreditarem que o consumo de álcool é mais complicador nas pessoas, já que entram em jogo fatores ambientais.
Autor:
OBID Fonte: G1.com